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Os alunos da faculdade de Medicina Veterinária da UFRGS com o apoio do Hospital de Clínicas Veterinárias, promovem o mutirão de castração que será realizado nos meses de janeiro e fevereiro de 2010. Serão incluídos no mutirão, cães e gatos, machos e fêmeas com castração a baixo custo, com valores em média de R$50,oo a R$ 150,00, dependendo do peso do animal e tempo de cirurgia.

O cadastro dos interessados deve ser feito pelo seguinte email: projetocastracao@gmail.com e deve conter nome do proprietário, telefone para contato e número de animais a serem castrados. Os alunos retornarão o contato ligando para os proprietários para marcar a cirurgia.

Lembramos que o número de castrações é limitado e o quanto antes for feito o contato maiores são as chances de agendamento de cirurgia.

Ressaltamos que a castração é um método seguro e eficaz de controle populacional e além disso previne doenças como câncer de mama e de próstata muito comuns na velhice de animais não castrados.

P.S. Não sei se é do conhecimento de todos, mas apesar do Hospital de Clínicas Veterinárias ser da UFRGS, portanto um órgão público, ele não é subsidiado pelo governo federal, sendo que a manutenção do hospital é custeada através do  pagamento dos procedimentos e consultas realizados lá. O Hospital presta um atendimento excelente, e essa é uma ótima oportunidade de poder castrar o seu animal de estimação!

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Vi lá no Mãe de Cachorro a notícia sobre o Seminário que irá discutir estratégias substitutivas ao uso de animais no ensino.

Certamente eu estarei lá.

I Seminário Sobre Estratégias Substitutivas:
Para Pensar o Uso de animais no ensino

O Programa de Pós-graduação Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, promove o “I Seminário Sobre Estratégias Substitutivas: Para Pensar o Uso de animais no Ensino” a realizar-se nos dias 16 e 17 de Setembro, com início às 18:30 h e previsão de término às 22h. No auditório da Faculdade de Educação, Campus Central.
A entrada é franca, com uma taxa de R$ 4,00 para certificado opcional de atividade de extensão.

Nesse evento serão divulgados métodos substitutivos ao uso de animais no ensino de disciplinas básicas dos cursos na área de ciência da vida e saúde (como fisiologia, bioquímica, anatomia e técnica cirúrgica). Além da visão metodológica, serão apresentadas argumentações nos campos teóricos do conhecimento: filosofia, educação e direito.

Para mais informações veja o cartaz ou envie uma mensagem para estrategias.substitutivas@gmail.com, podendo pré-confirmar a sua presença.

Inscrições no local, dia 16/9 a partir das 17h.

Prof. Dra. Nádia Geisa de Souza
Coordenadora [UFRGS] do PPG Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde

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Vi no twitter da Nanda o link para a reportagem de Ulisses A. Nenê no site da EcoAgência que fala sobre a sábia decisão da Faculdade de Medicina da Universidade do Rio Grande do Sul em parar definitivamente como uso de animais nas aulas práticas.

“O caozinho é trazido do canil e chega faceiro; caminha até o grupo de alunos de medicina e lambe as pernas de um deles. O clima na sala fica pesado e ninguém quer anestesiar e cortar o bichinho. Alguns estudantes, constrangidos, ameaçam ir embora. Cenas como esta ou parecidas aconteceram por diversas vezes, nos muitos anos em que animais foram usados nas aulas práticas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Famed/Ufrgs).

Era assim, anestesiando, cortando e costurando animais vivos (vivissecação), depois sacrificados, que os futuros médicos aprendiam as técnicas operatórias e outros conteúdos. Mas isto mudou em abril de 2007, quando a Famed tornou-se a primeira faculdade de medicina do Brasil a abolir totalmente o uso de animais no ensino de graduação, no que foi seguida logo depois pela Faculdade de Medicina do ABC (SP).

Não estamos falando de uma instituição qualquer: fundada há 111 anos, a Famed é considerada a melhor faculdade de medicina do país, tendo conquistado o primeiro lugar no Exame Nacional de Desempenho Estudantil de 2008 (Enade). O conflito ético foi o principal motivo para que o curso abandonasse a vivissecação, adotando o emprego de modelos anatômicos artificiais que imitam órgãos e tecidos humanos.

Aprovação dos alunos

Passados dois anos, a medida tem a total aprovação de alunos e professores, que garantem não haver nenhum prejuízo para o aprendizado médico. Aluna do quarto semestre, Sabrina de Noronha, 22 anos, diz que sequer pensava que pudesse haver a utilização de animais quando ingressou na medicina. Ela já cursou disciplinas importantes, como fisiologia, anatomia, bioquímica, histologia, onde aconteciam aulas práticas com vivissecação, e não precisou passar por esta experiência.

As aulas de anatomia, por exemplo, só utilizam cadáveres humanos. “Não tivemos contato com animais em nenhum momento. Fiquei sabendo há pouco tempo que outras faculdades usam animais e achei isso horrível; a faculdade existe para formar profissionais que vão ajudar pessoas e para isso não precisamos maltratar outros seres, não seria ético; a gente tem tanto direito à vida quanto eles (animais), não vejo diferença”, diz a aluna.

Sua colega Bárbara Kipp, 22 anos, coordenadora-geral do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Ufrgs concorda. Segundo ela, há outros métodos já bem desenvolvidos para se aprender as técnicas médicas sem precisar recorrer à vivissecação dos cães, coelhos e outros bichos. “Nunca usei animais no curso e estou aprendendo muito bem; não me sentiria à vontade se isso acontecesse e também não vejo ninguém, nenhum colega, sentindo falta”, afirma Bárbara.

Abolimos o uso de animais porque hoje não se precisa mais disso”, destaca o diretor da Famed, o médico endocrinologista Mauro Antônio Czepielewski. Não faltaram razões, pois havia alunos que não concordavam com o sacrifício dos cães e outros bichos nas aulas. Além da questão ética, a pressão das entidades protetoras dos animais era cada vez maior, conta o diretor.

Também estava cada vez mais difícil conseguir os animais para servirem de cobaias, havendo ainda o problema de alojá-los e depois descartá-los, após serem sacrificados. Por isso, este procedimento vinha diminuindo ano a ano e quando foi abolido, em 2007, cerca de cinco ou seis animais ainda eram retalhados por semana nas mesas de cirurgia do curso.

Modelos artificiais

A mudança foi bastante discutida, e resultou na implantação de um Laboratório de Técnica Operatória, que funciona apenas com réplicas artificiais das partes do corpo humano, explica o diretor. O projeto todo, com reforma de instalações e aquisição dos modelos, importados, custou cerca de R$ 300 mil, com recursos da própria Ufrgs, Famed, Hospital de Clínicas (o hospital universitário) e Promed, um programa do Ministério da Saúde que incentiva mudanças nos currículos dos cursos de medicina.  (clique aqui para ver fotos)

O médico Geraldo Sidiomar Duarte, que deixou o cargo de diretor do Departamento de Cirurgia no início do mês, foi o responsável pela implantação do moderno laboratório. “Era uma deficiência grave do curso (a técnica operatória), tínhamos problemas para obter o animal, onde deixá-los, os cuidados pós-operatórios e o Ministério Público e as entidades protetoras vinham se manifestando, havia muitas objeções que criaram um conjunto de dificuldades”, relata.

O trabalho era considerado insalubre e aconteciam muitos acidentes biológicos (quando alunos se cortam acidentalmente), com risco de infecção pelo sangue dos animais. Agora, o local é totalmente asséptico, não se vê uma gota de sangue no espaço de 120 metros quadrados. Duarte mostra uma peça sintética que imita perfeitamente a pele humana, inclusive na textura, onde os alunos podem fazer e refazer várias vezes cortes superficiais ou profundos, costuras e pontos. E os acidentes não acontecem mais, o risco é zero, acrescenta.

Outra peça imita um intestino, a ser costurado. Numa mesa ao lado, um tórax artificial permite o treino de punções em vasos profundos, como uma imitação da veia jugular cuja pulsação é possível sentir ao toque. Membros sintéticos apresentam ferimentos diversos a serem tratados cirurgicamente. O que parece ser apenas uma pequena caixa, com uma cobertura da cor da pele, representa a cavidade abdominal para a prática de cirurgia.

O médico e professor mostra catálogos com uma infinidade de órgãos artificiais que podem ser adquiridos: “Há modelos artificiais para todos os tipos de treinamento, pode-se montar um laboratório gigantesco com eles”, diz Duarte. “Estamos muito satisfeitos, e os alunos muito mais”, completa.

“Isso qualificou enormemente os alunos”, reforça Mauro Czepielewski, o diretor do curso. Ele acredita que esta é uma tendência irreversível e que o emprego de modelos artificiais acabará chegando a todas as faculdades de medicina, em substituição aos animais. Diversos cursos, do Rio Grande do Sul e de outros estados, já pediram informações sobre o laboratório da Famed. “A consciência do não-uso de animais é importante para fortalecer uma visão de valorização da vida”, afirma.

O diretor apenas considera muito difícil substituir animais na área de pesquisa, na pós-graduação. Mas garante que os procedimentos, neste caso, seguem rigorosos requisitos do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, com uso controlado e número limitado dos animais que servem de cobaias.

Objeção de consciência

O debate ético sobre vivissecação ganhou impulso no Estado a partir da atitude de um aluno do curso de Biologia, Róber Bachinski, que ingressou na justiça, em 2007, para ser dispensado das aulas que sacrificam animais, alegando objeção de consciência. Chegou a ganhar uma liminar, mas ela foi cassada, mediante recurso da Ufrgs, e o caso segue tramitando no Judiciário.

Segundo ele, a abolição do uso de animais na Famed reflete uma tendência mundial: “Ao abolir o uso de animais a Famed mais uma vez demonstra a sua qualidade no ensino e o seu avanço ético e metodológico. Espero que outras universidades e cursos também sigam esse modelo e que esses métodos de ensino sejam divulgados”.

Bachinski diz ainda que a abolição do uso de animais em disciplinas da medicina comprova que é possível a sua abolição em outros cursos com disciplinas equivalentes, como na farmácia, educação física, psicologia, enfermagem, biologia, veterinária. Na opinião do estudante, um novo paradigma educacional precisa ser criado, levando em conta não apenas o bem estar da sociedade e do aluno, mas  também o respeito aos direitos básicos dos outros animais.”

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Hoje a minha irmã, Dinda Bá, me enviou o link da reportagem do Bom Dia Brasil sobre especialidades veterinárias.

Hoje em dia existem inúmeros tratamentos das mais diversas especialidades, que prolongam a vida (com qualidade de vida) e curam doenças que anos atrás nem se pensava em tratar no âmbito da medicina veterinária.

Aqui em Porto Alegre podemos contar com o Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS, que presta um excelente serviço dentro das especialidades veterinárias, com um preço social se comparado ao das clínicas particulares. É sempre bom lembrar que o Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS é mantido através dos serviços e atendimentos que presta.

Segue a transcrição da reportagem:

“A medicina veterinária tem evoluído bastante. Apesar disso, a especialização na medicina veterinária ainda não é reconhecida, mas é algo que deve acontecer nos próximos anos. Os tratamentos ainda são caros, mas tem cada coisa para bichos que muita gente nem imagina.

Exames, luzes no corredor, homens de jaleco, soro. Pela placa da entrada, trata-se de um hospital. Mas e os barulhos de latidos e miados?

Quem está no soro é um cachorro. Na maca, o paciente espera pela cirurgia na perna. O setter irlandês vai para o raio X. E o beagle, não tão satisfeito assim, faz um ultrassom. Os equipamentos são iguais aos nossos. Muda um ou outro detalhe.

“São aparelhos humanos que a gente adaptou para fazer um diagnóstico mais precoce de algumas doenças nos animais”, explica o veterinário Marcelo Quintana.

Um dos aparelhos é específico para animais. Faz hemograma - uma análise completa do sangue - de vacas, cavalos, cachorros e gatos.

“Tem alguns exames ainda que a gente não faz no Brasil, mas manda para ser feito no exterior, como o teste para diagnosticar alguns tipos de doenças de pâncreas”, ressalta a veterinária Márcia Cortez.

Hoje, você encontra veterinário dermatologista, endocrinologista, oncologista. “A tendência é fazer com que isso se generalize e que, com certeza, os custos do procedimento, dos exames e dos medicamentos, principalmente, diminuam”, afirma Quintana.

A veterinária Renata Ackar se especializou em fisioterapia e em manter a calma e a paciência: “O cachorro é tranqüilo, mas, às vezes sente dor, e avança. Ele pode resmungar, não deixar mexer. É até um aprendizado para o cachorro. Tem laserterapia, tem eletro, tem ultrassom. Já peguei cachorro tetraplégico que voltou a andar. É muito gratificante”, destaca Renata.

Priscila parece saber que tem nome de gente e se esforça para fazer tudo que a doutora manda, na bola ou na piscina. A vira-lata, de 10 anos, fez uma cirurgia na perna há 20 dias por causa de uma artrose e ainda tem medo de colocar a patinha no chão.

As doenças mais comuns nos bichos não são muito diferentes das nossas. Goffy e Clara Bela têm hipotireoidismo, uma disfunção na tireóide que faz os bichinhos engordarem e pode mudar o aspecto do pelo.

“Eu sempre trago nesta veterinária, porque, como tem várias especialidades dentro da clínica, se não é uma coisa, é outra e eles vão encaminhar da maneira mais adequada”, explica a administradora de empresas Kátia Benchimol.

A medicina veterinária evoluiu bastante nos últimos anos, mas os tratamentos e cirurgias ainda são bem caros. Deixar um cachorro internado em um hospital de São Paulo, por um só dia, por exemplo, pode sair por até R$ 400. Mas, para os donos desses bichinhos de estimação, colocar a mão no bolso, fazer esse esforço, vale a pena.

“É o chamego da casa. Como se já fizesse parte da família. Não vou dizer que é o mesmo amor de um filho, porque não se compara, mas, para mim, é uma coisa que preenche a gente, o dia a dia da gente”, comenta a empregada doméstica Ana Lúcia Souza.

A administradora de empresa Griz Axcar está aqui porque Frida tem um câncer na bexiga e faz sessões de quimioterapia a cada três semanas. A cadelinha já está com 15 anos, mas tem se recuperado bem com o tratamento.

“A qualidade de vida dela tem sido excelente. Para o dono do animal acho que é um muito pior do que para o animal propriamente dito, mas a Frida tem estado superbem. Eu tenho visto que ela tem reagido e eu também tenho me sentido melhor”, diz Griz Axcar.

Lembra da Priscila? Depois da terceira sessão de fisioterapia ela vai para casa com um pesinho na perna para ajudar no tratamento, que ainda deve durar mais uns três meses. Mas, alguém duvida que ela vai se recuperar?

Com esses tratamentos, os animais, hoje, ganharam mais qualidade e tempo de vida. E nas universidades públicas, espalhadas por todo Brasil, é possível encontrar tratamentos veterinários mais baratos e, às vezes, até de graça, e de excelente qualidade. Quem tem um animal em casa deve ter responsabilidade para cuidar da saúde dos bichos, que pode afetar até a saúde do próprio dono.”

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Infelizmente as ações de um sociopata continuam no Campus do Vale da UFRGS em Porto Alegre, o criminoso resolveu agora acabar com a vida de um cão que trabalhava junto às crianças vítimas de violência e maus tratos, o cão Alegria. Uma vergonha para a UFRGS, já que os crimes estão acontecendo dentro das suas dependências, e devem ter uma resolução IMEDIATA. Que se virem os responsáveis pelo Campus, a sociedade espera uma resposta imediata.

Se por acaso algum dos responsáveis pelo Campus não sabem, maus tratos aos animais se configuam como CRIME AMBIENTAL ( Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98  ).

A punição destes crimes é fundamental para que sejam inibidos tais  atos delinquentes.

Existem voluntários no Campus que desesnvolvem um trabalho voluntário de proteção animal e adoção. Se você quer ajudar doando medicamentos, ração ou mesmo adotando um dos peludos que está sob cuidado dos protetores, acesse:

http://www.patasdadas.blogspot.com/

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Ás vezes temos que correr como lobos, e os últimos quinze dias tem sido de uma correria interminável, além da recuperação do Joe que fez a segunda e última cirurgia do olho, a Mostra Fotográfica tem ocupado muitas horas do meu dia.

Gostaria de ter escrito mais nos últimos dias, mas foi humanamente impossível. Então compartilho com vocês alguns acontecimentos sobre pessoas e cães.

Como postei há alguns dias, a situação da ALPA de São Leopoldo era realmente trágica e aos poucos, graças aos voluntários, está melhorando. Como não estive pessoalmente lá não posso falar com propriedade, mas se tivesse ido, prestaria atenção em alguns pontos:

  • Se diretoria e associados estão trabalhando junto com os voluntários para melhorar as condições dos animais que estão lá
  • Como está sendo feito o controle das doações
  • Qual será o planejamento de trabalho de agora em diante
  • Se as doses dos medicamentos estão sendo administradas corretamente quando isso compete aos membros da instituição
  • Qual seria a formação de uma nova chapa para administrar a instituição, já  que além da presidente, toda a diretoria responde pela situação em que se encontrava a ALPA
  • Qual será posição da prefeitura de São Leopoldo de agora em diante.

Voltando ao assunto da recuperação do Joe, graças à Deus ele está ótimo. A equipe de oftalmologia do Hospital Veterinário da UFRGS, em especial a Dra. Ana Carolina, faz um trabalho realmente de ponta, e conta com recursos que nenhuma outra clínica ou hospital veterinário de Porto Alegre podem oferecer.

E na função do colar elisabetano, uma pessoa perguntou: “Vcs colocam isso pra ele não morder?” Helloooo!!!! Era só olhar para o olho dele, que a ilustre pergunta não precisava ser feita.

Mas o comentário que me deixou realmente com a certeza de que existem pessoas abaixo de qualquer crítica foi: “Hahaha, olha o cachorro, ele tá telefonando! Tá carregando o orelhão na cabeça!”  ( piada do sofrimento dos outros, sem dúvida o universo não deixa sem resposta).

Algumas pessoas me perguntaram o que que eu ganho trabalhando tanto sem remuneração no projeto da Mostra Fotográfica Bicho de Rua.

A resposta é simples: fico feliz em poder ajudar de alguma maneira, minimizando o sofrimento de criaturas tão queridas como cães e gatos. Acredito, sinceramente, que se eu puder fazer a minha parte, alguns peludos poderão viver longe da crueldade e ignorância de algumas pessoas; e mesmo que eu não ajude a todos, os que serão ajudados através da Mostra Fotográfica, com certeza, terão valido a pena.

Só um esclarecimento, pois muitos ainda não sabem: a Mostra Fotográfica Bicho de Rua é um projeto do Instituto Expresso Vida do qual faço parte, e nunca foi projeto de nenhuma outra instituição. Assim que o site estiver pronto coloco aqui para vocês.

Estou indo para Floripa!

Fui!

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