Responsabilidade Social

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O Brasil poderia copiar, né?

Proibidas as intervenções cirúrgicas para “embelezar”os cães. Comércio ilegal de cães, até 15 meses de prisão. Sanções penais para as operações “estéticas” de cauda e orelhas.

Roma - Nunca mais cachorros clandestinos. O comércio ilegal de cães, gatos importados por vias ilegais sofreu um duro golpe depois da aprovação de uma lei severa no conselho dos ministros. Os traficantes serão punidos com penas severas, até quinze meses de reclusão, e ainda mais se os animais tiverem menos de oito meses. É um dos pontos fundamentais da medida proposta por pelo Ministro das Relações Exteriores, Franco Frattini, para corroborar com uma velha conveção européia. Se tornam penalizáveis outros delitos que causam danos aos mais frágeis. Abandono, maus tratos, corte de cauda ou orelha para fins estéticos, e todas as intervenções cirurgicas em geral que causam sofrimento, incluindo a extração de unhas e dentes.

A lei deverá ser examinada pela Câmara e pelo Senado e será votada até o natal, conforme anunciou Frattini: “A conveção resgurda milhões  de famílias italianas. Somente nos últimos onze meses, cerca de 70 mil filhotes chegaram ao nosso país ilegalmente. Um fenômeno de dimensões inaceitáveis”. Penas para os estabelecimentos que se prestam a vender cães sem certificado, correm o risco de ver serem retiradas as licensas .

A medida se insere em um quadro de iniciativas legislativas em favor dos animais que adquirem o direitos próprios como todos aqueles seres que sofrem física ou psiquicamente. A pouco tempo foi apresentado uma espécie de texto único por iniciatica do subsecretária para as questões sociais, Francesa Martini: “A ratificação da convenção firmada em 1997 em Strasburgo é resultado da colaboração com o Ministro das Relações Exteriores. Vem introduzidas novidades importantes. De modo particular o corte de orelhas e cauda se transformam em crimes passíveis de pena com a mudança do artigo 544 ter do código penal. Penas severas também para que tras para a Itália cães e gatos não identificados e sem certificação”.

A Associação Nacional de Médicos Veterinários (Anmvi) esperava a tempos: “O trafico ilegal não parece diminuir e temos dificuldade de enfrentá-lo porque causa vários problemas sanitários”. Carla Rocchi, presidente da ENPA, Entre de Proteção Animal descreve uma realidade dramática:”As fronteiras são uma peneira. Os filhotes importados com viagens faticosas muitas vezes morrem ou adoecem. São acompanhados de certificação falsa para serem vendidos como provenientes de criações italianas”.

Em Italiano

Vietati gli interventi per abbellire i cani. Tratta di cuccioli, fino a 15 mesi di carcere. Sanzioni penali per operazioni «estetiche» a coda e orecchie

ROMA — Mai più cuccioli clandestini. La tratta di cani, gatti importati in Italia per vie illegali subisce un duro colpo dopo l’approvazione di una leg­ge severa in Consiglio dei mini­stri. I trafficanti saranno puniti con pene severe, fino a quindi­ci mesi di reclusione e anche più se gli animali hanno meno di otto mesi. È uno dei puntI fondamen­tali del provvedimento propo­sto dal ministro degli Esteri, Franco Frattini, per recepire una vecchia Convenzione euro­pea. Diventano penali altri rea­ti ai danni dei più deboli. Ab­bandono, maltrattamento, ta­glio di coda e orecchie per fini estetici e in generale tutti gli in­terventi chirurgici che genera­no sofferenza, comprese l’asportazione di unghie e den­ti.

La legge dovrà essere esami­nata da Camera e Senato ed es­sere votata entro Natale, come ha annunciato Frattini: «La Convenzione riguarda milioni di famiglie italiane. Solo negli ultimi undici mesi circa 70 mi­la cuccioli sono arrivati nel no­stro Paese illegalmente. Un fe­nomeno di dimensioni inaccet­tabili ». Sanzioni per i negozian­ti che si prestano a vendere cuccioli senza certificato, ri­schi di vedersi ritirare la licen­za per i trasportatori.

Il provvedimento si inseri­sce in un quadro di iniziative legislative a favore degli anima­li che acquistano diritti propri di tutti gli esseri «senzienti». È appena stata presentata una sorta di testo unico su iniziati­va del sottosegretario al Welfa­re, Francesca Martini: «La rati­fica della Convenzione firmata nel 1997 a Strasburgo è il risul­tato della collaborazione col ministero degli Esteri. Vengo­no introdotte importanti novi­tà. In particolar modo, taglio di orecchie e coda diventano reati penali attraverso la modi­fica dell’articolo 544ter del Co­dice penale. Pene severe anche per chi porta in Italia cani o gat­ti non identificati e sprovvisti di certificazione».
L’Associazione nazionale medici veterinari (Anmvi) at­tendeva da tempo: «Il traffico illegale non sembra avere in­flessioni e abbiamo difficoltà a fronteggiarlo perché è causa di gravi problemi sanitari». Carla Rocchi, presidente dell’Enpa, Ente protezione animali descri­ve una realtà drammatica: «Le frontiere sono un colabrodo. I cuccioli importati con viaggi faticosi per ogni via muoiono o si ammalano. Sono accompa­gnati da falsa certificazione per
essere venduti come prove­nienti da allevamenti italiani».

Fonte: Corriere della Sera

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Como eu já tinha postado aqui no blog, o Projeto Anjos de Patas de Viamão coordenado pela protetora Sara Vieira foi a instituição beneficiada com o jantar  e leilão de facas artesanais no Piquete Marca Gaúcha, organizado pela Mostra Fotográfica Virando Lata (para saber mais clique aqui e aqui)

O sítio da instituição atuamente abriga 208 cães que são muito bem cuidados (Aliás, um cachorro mais querido do que o outro!!!). Todos eles vieram de situação de abandono ou maus tratos, e pelo trabalho do Anjos de Patas, estão recuperados, prontos, à espera de um lar amoroso.

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Hoje eu tive a alegria de ir até o sítio e levar o que foi o resultado de um esforço conjunto: foram doados 425 quilos de ração comprados com o valor arrecadado pelo jantar e leilão de facas artesanais.

425 quilos de ração doados pela Mostra Fotográfica Virando Lata e 48 latas de ração doadas pela protetora Marli Curtinaz.

425 quilos de ração doados pela Mostra Fotográfica Virando Lata e 48 latas de ração doadas pela protetora Marli Curtinaz.

Muito obrigada a todas as pessoas que colaboraram indo ao jantar, comprando as facas,  organizando e preparando o evento, aos que divulgaram e mobilizaram as pessoas a participar desse evento de solidariedade e cidadania.

Sara Vieira, protetora e coordenadora do Projeto Anjos de Patas

Sara Vieira, protetora e coordenadora do Projeto Anjos de Patas

Essas coisas fofas estão prontas para a adoção:

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O Projeto Anjos de Patas faz um trabalho sério e responsável em prol dos animais, e certamente é bem sucedido em função do trabalho honesto desenvolvido pela Sara e seus colaboradores.

Como ajudar:

Se você quiser adotar uma desses cães adoráveis, ou quiser contribuir doando ração, castrações ou qualquer quantia de dinheiro entre em contato: (51) 8422 3357 e converse com a Sara.

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Ontem, mais uma vez, ouvi a história de uma pessoa que, não pela primeira vez, compra uma poodle e, em menos de dois meses, passou-a adiante.

O problema: a cachorrinha não aprendia a fazer as necessidades no lugar certo.

Irritante, porque a pessoa foi advertida antes de fazer a compra, e quando se falou em adoção, veio  a resposta: “prefiro um cachorro com mais estilo”.

E assim caminha a humanidade…

O fato é que ter cachorro está na moda.

Segundo o portal MSN Mulher,  os brasileiros consumiram cerca de US$ 546 milhões em serviços como banho e tosa, e US$ 272 milhões em produtos veterinários de higiene e embelezamento. Os alimentos respondem por 75% do faturamento do setor, totalizando um valor aproximado de US$ 3 bilhões.

Mas afinal, porque muitas pessoas pessoas ainda preferem comprar um animal em um criador de fundo de quintal do que adotar um animal?

Bichos como mercadoria:

A relação que a maioria das pessoas tem com algo (ou no caso alguém) que se compra é uma relação de consumo, e na história que eu contei se deu da seguinte maneira: Comprei, usei, não gostei, passei adiante.

O compromisso afetivo é substituido por uma relação de mercado que coisifica, no caso, os animais, e a responsabilidade fica atrelada ao negócio de compra e venda. As necessidades daquele ser vivo que será inserido num novo contexo e os sentimentos envolvidos ficam, na melhor das hipóteses, em segundo plano. Esse  um dos motivos pelos quais se vê tantos cães de raça abandonados, esperando por um lar.

Enfim, vivemos na era do compro logo existo.

Status:

Tem pessoas que AINDA são preconceituosas em relação aos cães SRD (sem raça definida), ou ainda há aquelas que valorizam mais o pedigree do que o próprio cão, pois consideram que isso seja chique (triste, né?)

Eu não tenho nada contra cães de raça, aliás adoro todos os cães, sem distinção de cor, raça e origem. Existem raças, por exemplo, que são excelentes para desenvolver trabalhos importantes de resgate, guia…

O importante em relação aos cães de raça é que eles seja criados por pessoas idôneas, que façam todos os testes e cuidem realmente da saúde dos seus cães, não os transformando em fábricas de filhotes. Certamente, trabalhando de maneira séria, fica inviável vender filhotes por R$200,00 R$ 300,00 reais como se vê nas pet shops.

Se quiserem entender melhor sobre os fatores implicados nas criações de cães de raça, clique aqui e assista o documentário Os Segredos do Pedigree.

Adoção, um ato de amor e consciência

Ainda segundo o Portal MSN Mulher,   na capital paulista, existem cerca de 1,5 milhões de cães - um cão  para cada sete habitantes - e 230 mil gatos - 1 para cada 46 pessoas. Do total, estima-se que apenas 20% sejam domiciliados. Ou seja, 1.200.000 cães e 184.000 gatos vivem sem um lar.

Dos 24 mil animais que chegam até o CCZ de São Paulo anualmente, apenas 1,5 mil são adotados e acredita-se que 19 mil sejam sacrificados por ano, por diversos motivos.

A adoção é um opção que depende da capacidade de amar e não da condição de comprar. Adotar é transformar a vida do adotante, do adotado e também do mundo que nos cerca, valorizando a relação e o vínculo construído no cotidiano.

Clique aqui e leia algumas histórias felizes de adoção.

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Encontrei no Chiclete com Macaxeira essa reportagem da BBC sobre um programa de treinamento de cães que acontece nas penitenciárias do estado de Nova Iorque.

A iniciativa é excelente, trazendo uma nova perspectiva de vida para os dententos que participam do programa, fazendo com que as penitenciárias sejam um espaço de crescimento, trabalho e educação, e não barbárie e sofrimento como se vê em muitos lugares.

“Detentos de prisões de segurança máxima no Estado americano de Nova York estão trabalhando no adestramento de filhotes de cachorro atrás das grades.

Eles treinam os cães para serem farejadores de bombas, guias para cegos e para ajudarem soldados feridos no Afeganistão e no Iraque.

O programa Puppies Behind Bars, ou Cães Atrás das Grades, já garantiu 400 filhotes para o programa de adestramento nas prisões.

A iniciativa também mudou a vida de muitos detentos, fazendo com que os presidiários desenvolvam um sentimento de responsabilidade.

Elogios

Os presos cuidam dos animais desde filhotes e ficam com eles por até dois anos, até que os cães sejam passados adiante.

O projeto foi criado há 12 anos por Gloria Gilbert.

“Eles podem escolher entre cumprir a pena inteira assistindo televisão e sair sem ter adquirido nenhuma habilidade profissional, provavelmente com mais raiva do que tinham quando entraram. Ou podem fazer algo que contribua para a sociedade enquanto estão presos, podendo com isso se sentir mais felizes com eles mesmos”, diz Gloria.

O programa tem recebido elogios de órgãos como o FBI (a Polícia Federal americana) e CIA (Agência de Inteligência dos Estados Unidos).

Todos os prisioneiros com quem a BBC conversou disseram que o programa mudou suas vidas.

“Não quero mais ser o cara mau,” diz o prisioneiro William Purnell. “E o filhote me fez ver que eu não preciso ser, que posso ser uma pessoa normal, que posso me expressar, que posso ajudar as pessoas.”

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Quando a gente fala sobre cuidados com o meio ambiente, geralmente nos remetemos ao cotidiano das pessoas. Mas em relação aos nossos peludos, o que será que podemos fazer para cuidar do nosso planeta?

No MSN Verde encontrei algumas dicas que podem fazer com que o seu pet seja mais um aliado no cuidado com o meio ambiente:

  • Escolha da alimentação: Converse com o veterinário de sua confiança sobre qual a alimentação mais adequada para o seu animal de estimação. Ela vai depender da idade, do porte, atividade física além de características específicas de cada cão.  Dê sempre preferência às marcas que não testam em animais, pesquise se há alguma opção orgânica, sem transgênicos ou aditivos químicos.

A volta da alimentação natural também tem sido uma tendência, para pessoas e animais. Muitos proprietários tem se interessado em adotar essa dieta para seus pets, ainda que seja difícil encontrar veterinários que auxiliem nessa transição. É lógico que esse tipo de alimentação exige uma organização maior do que a alimentação industrializada, mas os resultados são bastante positivos.

Cachorro Verde é um site onde você pode encontrar mais informações sobre a alimentação natural e os benefícios que ela traz. Mas lembre-se que é fundamental o acompanhamento veterinário.

  • O banho: dê preferência aos shampoos, condicionadores e sabonetes biodegradáveis.

Os produtos biodegradáveis são aqueles decompostos pelos pelos microorganismos que usualmente se encontram na natureza, ao passo que os produtos que não são biodegradáveis acabam sendo acumulados pela dificuldade de se decomporem e assim, poluindo o meio ambiente.

  • O que fazer com o cocô do seu cachorro? Pois então, o ideal seria colocar as fezes no vaso sanitário, o que é fácil se você tem um cachorro pequeno e que faz as necessidades em um local específico dentro de casa. Mas quando os cães só se aliviam na rua, é justo e necessário que as fezes sejam recolhidas. Em relação à isso exitem dois problemas: a contaminação do lixo pelas fezes, (principalmente quando as lixeiras não são apropriadas para pequenos volumes) e a grande quantidade de plástico que acaba sendo utilizado para recolher as fezes.

Em alguns lugares as pessoas adaptam um pequena lixeira dentro da lixeira maior, onde as pessoas podem colocar sem problemas os sacos plástico com os dejetos.

Foto: http://blog.estadao.com.br/blog/nos/

Mas ainda assim tem o problema do plástico, que pode ser solucionado de duas maneiras:

  • Reduzindo danos: em alguns lugares, pelo menos aqui em Porto Alegre, são disponibilizados sacos plásticos específicos para a coleta dos dejetos, ele é pequeno, sendo feito com menos quantidade de plástico do que uma sacola de supermercado.
  • Acabando com os danos: Os sacos plásticos específicos para dejetos poderiam ser feitos com material biodegradável, as ruas ficariam limpas e a natureza preservada.

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Encontrei a história do Boeing através do twitter do Cão Obediente,

Achei nota 10 a iniciativa dos publicitários em acolher o Boeing e ajudá-lo a voltar para casa.

Para conhecer a história acesse o site http://cademeudono.tumblr.com/

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Vocês lembram desse vídeo que eu postei há um tempo atrás sobre a ALPA em São Leopoldo? (para ler mais clique aqui e aqui)

Alguém tem notícias de como as coisas estão por lá atualmente?

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Vi esse cartaz lá no Mãe de Cachorro, entrei no site http://www.circuitoanimal.org/ e fiquei encantada com a programação que faz parte das comemorações do Dia Mundial dos Animais.

Acontecerão feiras de adoção, seminários,  Cãominhada, benção aos animais, unidade móvel para atendimento clínico de animais; enfim, um evento completo que certamente será um SUCESSO!!!!

AMEI!

Clique aqui para ver o calendário dos eventos

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Eu vi essa notícia semana passada no site o jornal italiano Corriere della Sera, e não quis traduzir e colocar aqui no blog porque eu ando de saco cheio da estupidez humana. Não só da crueldade explícita, mas ando cansada mesmo daquelas pessoas que nada fazem por causa nenhuma e reclamam das coisas. Parecem ignorar que os omissos são parte do problema.

E sinceramente ninguém precisa fazer nada de fantástico: ser responsável, pensar antes de decidir  ter um cão, castrar e não alimentar o comércio de cães em petshops (que além das condições geralmente precárias,  propiciam a compra por impluso)  já seria um excelente começo e não exige nenhum esforço hercúleo.

Hoje pela manhã a querida amiga do coração Ana Corina pediu para que eu traduzisse essa matéria. O que me motivou além do pedido dela, foi mostrar que existe justiça nesse mundo, que as pessoas tem capacidade de mobilização por uma causa. E enquanto aqui no Brasil de discute a descriminalização da cruldade contra animais domésticos em nome da cultura, existem outros lugares civilizados na terra que servem de exemplo. Segue a matéria:

Milão - Poderia ter sido um final horrível, o pior imaginável: morrer queimado em uma estrada de periferia, sob o olhar de divertimento de dois jovens que depois de haver derramado gasolina sobre o cão, atearam fogo. E o fizeram somente porque não sabiam como passar o tempo vago. Ao invés, o que fez Mambo: Não só sobreviveu, mas o pobre cão abandonado se tornou um símbolo da luta contra a crueldade gratuita contra os animais. E enquanto vítima terça feira ele foi parte do primeiro processo contra os seus algozes, dois jovens, uma moça de 22 anos e seu amigo, um rapaz de 17. Ela já foi julgada e condenada a um ano de prisão, dos quais seis meses com condicional, sob a acusação de ter cometido crime de  crueldade e de barbárie contra animais e deverá pagar uma multa de seis mil euros (16.020 reais no câmbio de hoje). O seu comparsa, que ainda não é maior de idade, será julgado no dia 17 de dezembro no tribunal dos menores.

A primeira condenação: O acontecimento teve como palco Espira-de-l’Agly, uma pequena cidadezinha dos Pirineus Orientais, não longe de Perpignan. E foi em Perpignan mesmo que aconteceu a audiência que levou a condenação da acusada. Ele, Mambo, estava presente na audiência, acomodado entre os bancos. Como explicou o procurador, ele não estava no tribunal “para despertar emoções”, mas sim porque “aquele era o seu lugar enquanto vítima”. Talvez seja a primeira vez um cão seja equiparado de fato a uma pessoa em um processo, com acesso a audiência na qual se desenvolve o julgamento, ainda que pela legislação francesa os animais sejam ainda considerados “bens móveis”. Em todo o caso, uma vitória para os grupos franceses de defensores dos animais e para todos os cidadãos que lutaram pra defender a sua causa.

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Excelentes Defensores: Mambo, de resto, pode se gabar de ter excelentes fãs, que em alguns casos também colocaram a mão na carteira para ajudar a sua nova família a sustentar as despesas necessárias para a cura. Entre os tantos, o campãao da compeonato nacional de futebol, Zinedine Zidane, o jornalista de televisão Michel Drucker muito conhecido na região dos alpes. Mas não só, Alain Delon, segundo o Le Figaro, enviou o seu veterinário de confiança para atender p cão. E Brigitte Bardot, sempre empenhada na causa animal, colocou a sua associação pra acompanhar de perto o caso. E tudo, sem contar as contribuições que chegam de pessoas anônimas: no geral foram arrecadados  mais de dez mil euros para assegurar uma vida digna ao cão. E foi as pessoas comuns que vieram os maiores atestados de solidariedade: uma petição online enviada ao presidente do tribunal de Perpignan para pedir que ato tão grave não ficasse impune foi assinada por onze mil pessoas. E para Mambo e sua triste história foram criadas várias comunidades no facebook.

Por Divertimento: O Ocorrido remete a agosto passada, à noite entre 22 e 23 horas, quando as duas pessoas encontraram casualmente o cão que abandonado caminhando pela estrada. Talvez já o tivessem visto antes, talvez a idéia tenha vindo naquele momento. O fato é que os dois decidiram “por divertimento”, como eles mesmos depois admitiram, atear fogo em Mambo. Na reconstrução do crime feita pela acusação, a moça se ocupou em imobilizar o cão enquanto o seu companheiro derramava gasolina para depois atear fogo. As chamas não o queimaram vivo por um milagre. O animal, debatendo-se e se arrastando sobre o chão, conseguiu salvar-se e fugir para longe, mas teve queimaduras de terceiro grau em metade do corpo. Feridas das quais ainda hoje arrega as consequências e grande dor física.

“Nunca mais fatos do Gênero” - Quem cuida da cura dele é ainda Dany Goizé, uma ativista da Sessão de Perpignan da sociedade francesa para a proteção dos animais, que por foi a primeira a ter a custódia do cão e lhe deu o nome. Para o grupo se trata de um grande sucesso, sobretudo pela repercussão na mídia que aconteceu: “Mambo foi vítima duas vezes, do abandono e da barbárie - destacou Virginie Pocq Saint-Jean - Desejamos que certos atos não se repitam, por iss também devemos agradecer ao tribunal”. E talvez um pouco, mesmo Mambo, que com a sua vontade de viver e de dizer não à morte torpe que outros decidiram para ele acabou por se tornar a nova bandeira pelo direito dos animais.

Em Italiano:

MILANO - Avrebbe potuto fare una brutta fine, la peggiore immaginabile: morire arso vivo dalle fiamme in una strada di periferia, davanti agli sguardi divertiti dei due giovani che dopo averlo cosparso di benzina gli hanno dato fuoco. E che lo hanno fatto solo perché non sapevano come altrimenti passare il loro tempo. Invece Mambo ce l’ha fatta: non solo è sopravvissuto, ma è anche diventato, lui povero cane trovatello, un simbolo della lotta alle crudeltà gratuite nei confronti degli animali. E in quanto vittima ha preso parte martedì al primo dei processi contro i suoi due baby aguzzini, che poi tanto baby non lo sono più visto che si tratta di una ragazza di 22 anni e di un suo amico di 17. Lei è già stata giudicata e condannata a un anno di carcere, di cui sei mesi con la condizionale, con l’accusa di aver commesso il reato atti di crudeltà e di barbarie nei confronti degli animali e dovrà versare anche una multa di 6 mila euro. Il suo compare, non ancora maggiorenne, sarà invece giudicato il prossimo 17 dicembre dal tribunale dei minori.
LA PRIMA CONDANNA - La vicenda ha come teatro Espira-de-l’Agly, una piccola cittadina dei Pirenei Orientali non lontano da Perpignan. E proprio a Perpignan si è svolta l’udienza che ha portato alla condanna dell’imputata. Lui, Mambo, era presente in aula, regolarmente accomodato tra i banchi. Come ha spiegato il procuratore, non si trovava in tribunale «per suscitare emozione» bensì perché «quello era il suo posto in quanto vittima». E’ forse la prima volta che un cane viene equiparato di fatto ad una persona ad un processo, con tanto di libero accesso all’aula in cui si svolge il dibattimento, anche se per la legislazione francese gli animali sono ancora considerati dei “beni mobili”. In ogni caso, una vittoria per i gruppi animalisti francesi e per i tanti cittadini che si erano battuti per sostenere la sua causa.

SOSTENITORI ECCELLENTI - Mambo, del resto, può vantare anche dei fan eccellenti, che in alcuni casi hanno anche messo mano al portafogli per aiutare la sua nuova famiglia a sostenere le ingenti spese necessarie per le cure. Tra i tanti, il campione della nazionale di calcio, Zinedine Zidane, e il giornalista televisivo Michel Drucker, molto conosciuto Oltralpe. Non solo: Alain Delon, secondo quanto riferisce Le Figaro, avrebbe inviato il suo veterinario di fiducia ad assistere il cane. E Brigitte Bardot, da sempre impegnata nelle cause animaliste, ha messo in campo la sua associazione per seguire da vicino la vicenda. Il tutto, senza contare i contributi arrivati da sottoscrittori anonimi: complessivamente sono stati raccolti più di 10 mila euro per assicurare una vita dignitosa al quattrozampe. E proprio dalla gente comune sono arrivati i maggiori attestati di solidarietà: una petizione online inviata al presidente del tribunale di Perpignan per chiedere che il grave atto non restasse impunito è stata sottoscritta da oltre 11 mila persone. E a Mambo e alla sua triste storia sono stati dedicati diversi gruppi in Facebook.

«PER DIVERTIMENTO» - La vicenda risale allo scorso agosto, alla notte tra il 10 e l’11, quando i due ragazzi si sono imbattuti casualmente nell’animale, che da trovatello qual era vagabondava per le strade. Forse lo avevano già notato in precedenza, forse l’idea è venuta loro sul momento. Fatto sta che i due decidono, «per divertimento» come poi hanno essi stessi ammesso, di metterlo al rogo. Stando alla ricostruzione effettuata dall’accusa, la ragazza si sarebbe occupata di tenere fermo il cane mentre il suo complice lo innaffiava di benzina per poi dargli fuoco. Le fiamme non lo hanno arso vivo solo per miracolo. L’animale, dimenandosi e strusciandosi sul terreno, è riuscito a salvarsi e a fuggire lontano, ma ha riportato ustioni di terzo grado su metà del corpo. Ferite di cui ancora oggi porta le conseguenze e avverte il forte dolore fisico.

«MAI PIU’ FATTI DEL GENERE»?- A prendersi cura di lui è ancora Dany Goizé, un’attivista della sezione di Perpignan della Spa, la società francese per la protezione animali, che per prima aveva preso in custodia il cane, e a dargli il nome. Per il gruppo si tratta di un grande successo, soprattutto per la risonanza mediatica che ha avuto l’accaduto: «Mambo è stato vittima due volte, dell’abbandono e della barbarie - ha sottolineato Virginie Pocq Saint-Jean -. C’è da augurarsi che certi atti non si ripetano anche per questo dobbiamo ringraziare il tribunale». E forse un po’ anche lo stesso Mambo, che con la sua voglia di vivere e di dire no all’ignobile morte che altri avevano deciso per lui ha finito col diventare la nuova bandiera per la difesa dei diritti animali.

Fonte: Corriere della Sera

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Sinceramente eu tenho grande dificuldade de compreender porque comunicadores de massa promovem absurdos e perdem uma importante oportunidade de educar esse povo tão carente de informação e bons exemplos.

A Ana Hickman, não sei porque cargas d’água resolveu promover a idéia absurda de buscar um namorado para a sua cadela Penélope, ao invés de castrá-la, e falar sobre os benefícios desse procedimento simples, que além de previnir inúmeras doenças, é a única solução , em conjunto com a educação das pessoas, para o controle populacional tão necessário,  prevenção de crias indesejadas e consequente abandono de cães e gatos.

Não sei quem foi que teve idéia tão sem noção, mas sugiro à Ana Hickman e aos seus assessores que usem uma ferramenta muito simples antes de propor um absurdo desses: Google. Digite no campo de busca: posse responsável, cachorro, bem estar animal, saúde cães… Na primeira página vocês vão encontrar vários sites que podem ajudar. Dêem uma lida, e depois definam pautas para os programas.

Para ler mais, clique aqui.

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