Posse Responsável

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Encontrei no site da Globo uma matéria muito legal que fala da parceria do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná e da Prefeitura de Curitiba , para um projeto de educação para a posse responsável.

A partir de amanhã um ônibus vai percorrer os bairros de Curitiba e a região metropolitana, fazendo uma sensibilização para a posse responsável de tutores de cães e gatos. O veículo está equipado para realizar procedimentos de castração! Para saber mais, clique aqui.

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Encontrei esse vídeo da SPCA no blog português CãoSciência, achei ótimo e compartilho com vocês.

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Ainda bem que a folha publicou o contraponto sobre a tal da coluna initulada ENCALHADO escrita pela Mônica Bergamo. (para ler a coluna clique aqui, e para ler o  meu texto sobre a ela, clique aqui). Os comentários vão durante o texto.

Protetores pregam castração de cães e gatos contra abandono
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FLÁVIA GIANINI
da Folha de S.Paulo

O cruzamento de Spike, 2, e de Kiara, 1, -um simpático casal de lhasa apso- resultou em quatro filhotinhos, uma fêmea e três machos. O nascimento, há uma semana, foi festejado na casa da fonoaudióloga Cláudia Saltini, 46, e do publicitário Alberto Penteado, 56. “Eles são lindos.”

Os filhotes foram divididos irmamente: dois vão ficar com os proprietários do “pai” e a outra metade vai morar com os criadores da “mãe”.
É um final feliz que contempla o desejo de uma família que leva a sério o conceito de posse responsável . Tanto é que decidiram também pela castração de Spike, adquirido antes da regulamentação da lei municipal nº 14.483, em abril de 2008, que prevê que todo animal de estimação seja comercializado devidamente esterilizado. As crias de Spike também serão castradas.

O tema é polêmico, como demonstram as mensagens publicadas na seção Curtas Cartas em resposta à reportagem “Encalhado” (exclusivo para assinantes da Folha e do UOL), em que a colunista da Folha Mônica Bergamo relata as dificuldade do seu schnauzer João, 5, para encontrar uma namorada.

“O problema vivido pela colunista é típico de tantos outros proprietários de animais”, explica Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil. “Devemos lembrar que o impulso e o instinto do animal é pela reprodução.”

A entidade defensora do bem-estar dos animais, no entanto, recomenda a todos os donos que castrem seus pets e que a reprodução da raça fique restrita a criadores profissionais. “As fábricas de filhotes devem ser combatidas a todo o custo”, afirma ele. (para saber mais sobre os cuidados que se deve ter em relação aos criadores, clique aqui e assista o documentário “Os Segredos do Pedigree”)

No centro da questão do controle da reprodução dos animais, está o drama do abandono dos filhotes indesejados. De acordo com dados do Centro de Controle de Zoonoses, existem cerca de 150 mil cães abandonados na capital. Para os militantes da causa, incentivar a procriação do animal de estimação nesse contexto revela descompromisso e descaso. “Quase sempre o proprietário tem interesse em manter um filhote, mas não se preocupa com o que fará com todos os outros que surgirão dessa cruza”, afirma Vanice Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.

Ela defende uma medida radical: qualquer tipo de procriação deve ser suspensa por alguns anos. “Até que o excedente populacional venha a decrescer”, diz.

Para os criadores profissionais, acabar com a reprodução de animais não é a solução. “Quem compra um filhote de um bom criador geralmente cuida muito bem dos seus animais”, rebate as críticas o veterinário Ailton Blois, supervisor do Kenel Clube São Paulo. “É mais comum ser displicente com aquilo que não se paga.” (Se os animais fossem objetos, talvez essa afirmação fizesse sentido, mas no caso cães não são “aquilo”, cães são alguém)

A crítica dos protetores recai sobre o fato de que, na hora de vender um animal, o criador não quer saber se o comprador tem condições para manter aquele cão ou gato sob a sua guarda (Em alguns lugares do mundo, alguns criadores fazem uma triagem dos candidatos a proprietários. Vi isso em um canil de Huskies Siberianos no Alaska, e também com alguns criadores de Cão D’Água Português quando a raça virou moda em função do cachorro do Obama. Nunca tive notícias disso aqui no Brasil ). “Já as entidades colhem dados para se certificar de que o interessado em adotar possui condições para ter um animal”, argumenta Vanice.

Ao dar o pet em adoção, as ONGs observam o poder aquisitivo da família, a disponibilidade de tempo e as condições de alojamento, entre outros critérios que possam dar a mínima garantia de que o bicho será bem tratado e não corre risco de ser novamente abandonado. Abandono é crime, punível com multa e de três meses a um ano de prisão. “Já a procriação domiciliar não é recomendada, mas é um direito dos proprietários desde que se responsabilizem totalmente pelas crias”, afirma Marco Ciampi.

Licença para procriar

Em países como os EUA, quem quiser manter um animal sem castrar paga o dobro do valor da licença anual exigida dos proprietários. O valor pode chegar a US$ 100. Algumas cidades vendem licenças para procriação. Os recursos são aplicados em programas de subsídio para a castração e o controle da reprodução dos animais. Com medidas como essas, o país reduziu de 12 milhões para 4,5 milhões o número de cães e gatos sacrificados anualmente.

Desde que a schnauzer Looppy, 6, era um filhotinho, o publicitário Wagner Poggetto, 46, e a enfermeira Simone Del Poggetto, 35, se depararam com a dúvida: castrá-la ou não? Os argumentos a favor da castração são fortes. Mas, por ser uma cirurgia definitiva, a decisão foi sendo adiada.

“Se você tem certeza de que não quer mais cachorros, ótimo. Mas e quando a vontade existe?”, questiona Simone. O casal lidava com a questão a cada novo cio, especialmente por saber os benefícios da intervenção.

O tempo passou, e Loopy não teve filhotes. Agora, ela está entrando na “terceira idade”, e a castração não é mais indicada (perderam a chance de prevenir câncer de útero, câncer de ovários e câncer de mama e  piometra). A cadela passa por acompanhamento veterinário regular após cada período fértil. “Ela faz exames para verificar o estado do útero e das mamas e evitar complicações comuns na velhice”, explica Simone. Segundo a veterinária Ana Luiza Mazorra, o receio da maioria dos proprietários ao chegar ao seu consultório é em relação à intervenção cirúrgica. “Explico que os riscos são mínimos e as vantagens, muitas“, relata. “Mas, se não há chance de cruzamento indesejado, uma parte prefere evitar.”

A cirurgia consiste em retirar os testículos do macho e o ovário e o útero da fêmea. A intervenção pode durar até duas horas. O cão chega a receber alta no mesmo dia e deve ficar em repouso leve por uma semana até a retirada dos pontos. Período em que precisa tomar analgésico, anti-inflamatório e antibiótico para evitar complicações.

No hospital veterinário Sena Madureira são realizados, em média, 20 castrações por mês, que custam entre R$ 300 e R$ 400, para o macho, e R$ 400 e R$ 600, para a fêmea. Em clínicas conveniadas à prefeitura, o preço varia de R$ 100 a R$ 200.

É uma saída cirúrgica para a crise de superpopulação animal.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u646293.shtml

Para saber mais sobre os benefícios da castração, clique aqui.


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Eu me pergunto: em qual planeta vive a pessoa que escreveu essa matéria? (clique aqui para ler)

Olha, sinceramente, para mim é demais esse tipo de coisa. Como é que uma pessoa pode escrever uma matéria que, pelo menos quem tem um pouco de noção, sabe que esse é o retrato trágico da falta de informação e irresponsabilidade em vários níveis:

Se no Higienópolis não vivem cães soltos,  certamente em outros bairros da cidade eles existem (e os atropelamentos devem ser numerosos). Segundo o Portal MSN Mulher,   na capital paulista, existem cerca de 1,5 milhões de cães - um cão  para cada sete habitantes - e 230 mil gatos - 1 para cada 46 pessoas. Do total, estima-se que apenas 20% sejam domiciliados. Ou seja, 1.200.000 cães e 184.000 gatos vivem sem um lar.

Então, sugiro aos prezados jornalistas que ANTES de publicar um artigo, utilizem uma ferramenta de busca muito popular chamada GOOGLE , e inserindo as palavras chave, certamente não vão correr o risco de cometer uma GAFE que certamente prejudicará muito animais que, assim como o cão da colunista, tem proprietários sem noção.

Clique aqui e aqui para obter informações fundamentais sobre posse responsável. A cachorrada agradece ; )

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Ontem, mais uma vez, ouvi a história de uma pessoa que, não pela primeira vez, compra uma poodle e, em menos de dois meses, passou-a adiante.

O problema: a cachorrinha não aprendia a fazer as necessidades no lugar certo.

Irritante, porque a pessoa foi advertida antes de fazer a compra, e quando se falou em adoção, veio  a resposta: “prefiro um cachorro com mais estilo”.

E assim caminha a humanidade…

O fato é que ter cachorro está na moda.

Segundo o portal MSN Mulher,  os brasileiros consumiram cerca de US$ 546 milhões em serviços como banho e tosa, e US$ 272 milhões em produtos veterinários de higiene e embelezamento. Os alimentos respondem por 75% do faturamento do setor, totalizando um valor aproximado de US$ 3 bilhões.

Mas afinal, porque muitas pessoas pessoas ainda preferem comprar um animal em um criador de fundo de quintal do que adotar um animal?

Bichos como mercadoria:

A relação que a maioria das pessoas tem com algo (ou no caso alguém) que se compra é uma relação de consumo, e na história que eu contei se deu da seguinte maneira: Comprei, usei, não gostei, passei adiante.

O compromisso afetivo é substituido por uma relação de mercado que coisifica, no caso, os animais, e a responsabilidade fica atrelada ao negócio de compra e venda. As necessidades daquele ser vivo que será inserido num novo contexo e os sentimentos envolvidos ficam, na melhor das hipóteses, em segundo plano. Esse  um dos motivos pelos quais se vê tantos cães de raça abandonados, esperando por um lar.

Enfim, vivemos na era do compro logo existo.

Status:

Tem pessoas que AINDA são preconceituosas em relação aos cães SRD (sem raça definida), ou ainda há aquelas que valorizam mais o pedigree do que o próprio cão, pois consideram que isso seja chique (triste, né?)

Eu não tenho nada contra cães de raça, aliás adoro todos os cães, sem distinção de cor, raça e origem. Existem raças, por exemplo, que são excelentes para desenvolver trabalhos importantes de resgate, guia…

O importante em relação aos cães de raça é que eles seja criados por pessoas idôneas, que façam todos os testes e cuidem realmente da saúde dos seus cães, não os transformando em fábricas de filhotes. Certamente, trabalhando de maneira séria, fica inviável vender filhotes por R$200,00 R$ 300,00 reais como se vê nas pet shops.

Se quiserem entender melhor sobre os fatores implicados nas criações de cães de raça, clique aqui e assista o documentário Os Segredos do Pedigree.

Adoção, um ato de amor e consciência

Ainda segundo o Portal MSN Mulher,   na capital paulista, existem cerca de 1,5 milhões de cães - um cão  para cada sete habitantes - e 230 mil gatos - 1 para cada 46 pessoas. Do total, estima-se que apenas 20% sejam domiciliados. Ou seja, 1.200.000 cães e 184.000 gatos vivem sem um lar.

Dos 24 mil animais que chegam até o CCZ de São Paulo anualmente, apenas 1,5 mil são adotados e acredita-se que 19 mil sejam sacrificados por ano, por diversos motivos.

A adoção é um opção que depende da capacidade de amar e não da condição de comprar. Adotar é transformar a vida do adotante, do adotado e também do mundo que nos cerca, valorizando a relação e o vínculo construído no cotidiano.

Clique aqui e leia algumas histórias felizes de adoção.

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Hoje é dia de São Francisco de Assis, e não por acaso esse dia também foi escolhido como Dia dos Animais.

Durante sua vida, São Francisco sempre enalteceu a natureza, trazendo uma perspectiva de respeito por todas as espécies e valorizando as suas vidas.

Já escrevi sobre Francisco, também sobre a sua História com o Lobo de Gubbio (para quem quiser relembrar, clique aqui e aqui), que mostra que através do respeito e amor se pode viver em paz com as criaturas que nos parecem ser as mais difíceis.

Para comemorar esse dia tão especial, proponho que reflitamos sobre o que podemos mudar hoje para melhorar a vida dos nossos queridos animais:

Começando com a saúde do corpo:

  • Vamos verificar na carteira de vacinação se as vacinas estão em dia? (caso estejam atrasadas, que tal marcar um horário com o veterinário para que ele posssa aplicá-las?)
  • Como anda a alimentação dele (ou dela)?
  • O antipulgas está em dia? (Você sabia que pode prevenir diversas doenças como a babesiose e a erlichiose mantendo o seu peludo sem pulgas ou carrapatos?)
  • E o vermífugo, a quantas anda? (Você sabe que o seu cão deve ser vermifugado a cada 4-6 meses?)
  • O seu cachorro (ou cadela) já foi castrado? ( Além de prevenir doenças sérias como o câncer, você ajuda o controle populacional evitando futuros abandonos. Se você ainda não c0nhece os benefícios da castração, clique aqui ; se você quiser entender melhor a necessidade de se fazer controle populacional, clique aqui e dê uma olhadinha na tabela ao lado ; )

E agora, com o coração:

  • Você já abraçou o seu animal de estimação hoje?
  • Que tal dar um passeio animado, aproveitando o domingo? (qualquer dia é um bom dia para um passeio com o seu amigo de quatro patas!)
  • Você está pensando em ter um (ou mais um) peludo em sua casa? Que tal adotar ao invés de comprar? Existem centenas de cães queridos, fofos e amados esperando por um lar seguro e amoroso no qual eles possam ser cuidados e respeitados. E acredite, ele lhe será eternamente grato por ter tido a chance de ser feliz ao seu lado, e lhe retribuirá sempre com todo o seu amor.

Para nós e os nossos amigos de quatro patas, um feliz e iluminado dia!

A PAZ É A GENTE QUE FAZ

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O “pet star” da vez é o porquinho da índia. Em função da animação Força G, as pet shops investiram no “bom negócio” e agora os pequenos peludos estão sendo largamente comercializados (clique aqui para ler a matéria da Revista Época).

Gente, apesar de demandar menos trabalho se comparado aos cães por exemplo, os porquinhos requerem cuidados e proprietários conscientes de que eles viverão de cinco a sete anos, e deverão ser bem cuidados por todo esse tempo.  Eles não são de pelúcia, são seres vivos, que merecem respeito e não devem ter a vida banalizada pelo comércio desenfreado e oportunista.

AFINAL, BICHO NÃO É COISA

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Vi esse cartaz lá no Mãe de Cachorro, entrei no site http://www.circuitoanimal.org/ e fiquei encantada com a programação que faz parte das comemorações do Dia Mundial dos Animais.

Acontecerão feiras de adoção, seminários,  Cãominhada, benção aos animais, unidade móvel para atendimento clínico de animais; enfim, um evento completo que certamente será um SUCESSO!!!!

AMEI!

Clique aqui para ver o calendário dos eventos

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Eu vi essa notícia semana passada no site o jornal italiano Corriere della Sera, e não quis traduzir e colocar aqui no blog porque eu ando de saco cheio da estupidez humana. Não só da crueldade explícita, mas ando cansada mesmo daquelas pessoas que nada fazem por causa nenhuma e reclamam das coisas. Parecem ignorar que os omissos são parte do problema.

E sinceramente ninguém precisa fazer nada de fantástico: ser responsável, pensar antes de decidir  ter um cão, castrar e não alimentar o comércio de cães em petshops (que além das condições geralmente precárias,  propiciam a compra por impluso)  já seria um excelente começo e não exige nenhum esforço hercúleo.

Hoje pela manhã a querida amiga do coração Ana Corina pediu para que eu traduzisse essa matéria. O que me motivou além do pedido dela, foi mostrar que existe justiça nesse mundo, que as pessoas tem capacidade de mobilização por uma causa. E enquanto aqui no Brasil de discute a descriminalização da cruldade contra animais domésticos em nome da cultura, existem outros lugares civilizados na terra que servem de exemplo. Segue a matéria:

Milão - Poderia ter sido um final horrível, o pior imaginável: morrer queimado em uma estrada de periferia, sob o olhar de divertimento de dois jovens que depois de haver derramado gasolina sobre o cão, atearam fogo. E o fizeram somente porque não sabiam como passar o tempo vago. Ao invés, o que fez Mambo: Não só sobreviveu, mas o pobre cão abandonado se tornou um símbolo da luta contra a crueldade gratuita contra os animais. E enquanto vítima terça feira ele foi parte do primeiro processo contra os seus algozes, dois jovens, uma moça de 22 anos e seu amigo, um rapaz de 17. Ela já foi julgada e condenada a um ano de prisão, dos quais seis meses com condicional, sob a acusação de ter cometido crime de  crueldade e de barbárie contra animais e deverá pagar uma multa de seis mil euros (16.020 reais no câmbio de hoje). O seu comparsa, que ainda não é maior de idade, será julgado no dia 17 de dezembro no tribunal dos menores.

A primeira condenação: O acontecimento teve como palco Espira-de-l’Agly, uma pequena cidadezinha dos Pirineus Orientais, não longe de Perpignan. E foi em Perpignan mesmo que aconteceu a audiência que levou a condenação da acusada. Ele, Mambo, estava presente na audiência, acomodado entre os bancos. Como explicou o procurador, ele não estava no tribunal “para despertar emoções”, mas sim porque “aquele era o seu lugar enquanto vítima”. Talvez seja a primeira vez um cão seja equiparado de fato a uma pessoa em um processo, com acesso a audiência na qual se desenvolve o julgamento, ainda que pela legislação francesa os animais sejam ainda considerados “bens móveis”. Em todo o caso, uma vitória para os grupos franceses de defensores dos animais e para todos os cidadãos que lutaram pra defender a sua causa.

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Excelentes Defensores: Mambo, de resto, pode se gabar de ter excelentes fãs, que em alguns casos também colocaram a mão na carteira para ajudar a sua nova família a sustentar as despesas necessárias para a cura. Entre os tantos, o campãao da compeonato nacional de futebol, Zinedine Zidane, o jornalista de televisão Michel Drucker muito conhecido na região dos alpes. Mas não só, Alain Delon, segundo o Le Figaro, enviou o seu veterinário de confiança para atender p cão. E Brigitte Bardot, sempre empenhada na causa animal, colocou a sua associação pra acompanhar de perto o caso. E tudo, sem contar as contribuições que chegam de pessoas anônimas: no geral foram arrecadados  mais de dez mil euros para assegurar uma vida digna ao cão. E foi as pessoas comuns que vieram os maiores atestados de solidariedade: uma petição online enviada ao presidente do tribunal de Perpignan para pedir que ato tão grave não ficasse impune foi assinada por onze mil pessoas. E para Mambo e sua triste história foram criadas várias comunidades no facebook.

Por Divertimento: O Ocorrido remete a agosto passada, à noite entre 22 e 23 horas, quando as duas pessoas encontraram casualmente o cão que abandonado caminhando pela estrada. Talvez já o tivessem visto antes, talvez a idéia tenha vindo naquele momento. O fato é que os dois decidiram “por divertimento”, como eles mesmos depois admitiram, atear fogo em Mambo. Na reconstrução do crime feita pela acusação, a moça se ocupou em imobilizar o cão enquanto o seu companheiro derramava gasolina para depois atear fogo. As chamas não o queimaram vivo por um milagre. O animal, debatendo-se e se arrastando sobre o chão, conseguiu salvar-se e fugir para longe, mas teve queimaduras de terceiro grau em metade do corpo. Feridas das quais ainda hoje arrega as consequências e grande dor física.

“Nunca mais fatos do Gênero” - Quem cuida da cura dele é ainda Dany Goizé, uma ativista da Sessão de Perpignan da sociedade francesa para a proteção dos animais, que por foi a primeira a ter a custódia do cão e lhe deu o nome. Para o grupo se trata de um grande sucesso, sobretudo pela repercussão na mídia que aconteceu: “Mambo foi vítima duas vezes, do abandono e da barbárie - destacou Virginie Pocq Saint-Jean - Desejamos que certos atos não se repitam, por iss também devemos agradecer ao tribunal”. E talvez um pouco, mesmo Mambo, que com a sua vontade de viver e de dizer não à morte torpe que outros decidiram para ele acabou por se tornar a nova bandeira pelo direito dos animais.

Em Italiano:

MILANO - Avrebbe potuto fare una brutta fine, la peggiore immaginabile: morire arso vivo dalle fiamme in una strada di periferia, davanti agli sguardi divertiti dei due giovani che dopo averlo cosparso di benzina gli hanno dato fuoco. E che lo hanno fatto solo perché non sapevano come altrimenti passare il loro tempo. Invece Mambo ce l’ha fatta: non solo è sopravvissuto, ma è anche diventato, lui povero cane trovatello, un simbolo della lotta alle crudeltà gratuite nei confronti degli animali. E in quanto vittima ha preso parte martedì al primo dei processi contro i suoi due baby aguzzini, che poi tanto baby non lo sono più visto che si tratta di una ragazza di 22 anni e di un suo amico di 17. Lei è già stata giudicata e condannata a un anno di carcere, di cui sei mesi con la condizionale, con l’accusa di aver commesso il reato atti di crudeltà e di barbarie nei confronti degli animali e dovrà versare anche una multa di 6 mila euro. Il suo compare, non ancora maggiorenne, sarà invece giudicato il prossimo 17 dicembre dal tribunale dei minori.
LA PRIMA CONDANNA - La vicenda ha come teatro Espira-de-l’Agly, una piccola cittadina dei Pirenei Orientali non lontano da Perpignan. E proprio a Perpignan si è svolta l’udienza che ha portato alla condanna dell’imputata. Lui, Mambo, era presente in aula, regolarmente accomodato tra i banchi. Come ha spiegato il procuratore, non si trovava in tribunale «per suscitare emozione» bensì perché «quello era il suo posto in quanto vittima». E’ forse la prima volta che un cane viene equiparato di fatto ad una persona ad un processo, con tanto di libero accesso all’aula in cui si svolge il dibattimento, anche se per la legislazione francese gli animali sono ancora considerati dei “beni mobili”. In ogni caso, una vittoria per i gruppi animalisti francesi e per i tanti cittadini che si erano battuti per sostenere la sua causa.

SOSTENITORI ECCELLENTI - Mambo, del resto, può vantare anche dei fan eccellenti, che in alcuni casi hanno anche messo mano al portafogli per aiutare la sua nuova famiglia a sostenere le ingenti spese necessarie per le cure. Tra i tanti, il campione della nazionale di calcio, Zinedine Zidane, e il giornalista televisivo Michel Drucker, molto conosciuto Oltralpe. Non solo: Alain Delon, secondo quanto riferisce Le Figaro, avrebbe inviato il suo veterinario di fiducia ad assistere il cane. E Brigitte Bardot, da sempre impegnata nelle cause animaliste, ha messo in campo la sua associazione per seguire da vicino la vicenda. Il tutto, senza contare i contributi arrivati da sottoscrittori anonimi: complessivamente sono stati raccolti più di 10 mila euro per assicurare una vita dignitosa al quattrozampe. E proprio dalla gente comune sono arrivati i maggiori attestati di solidarietà: una petizione online inviata al presidente del tribunale di Perpignan per chiedere che il grave atto non restasse impunito è stata sottoscritta da oltre 11 mila persone. E a Mambo e alla sua triste storia sono stati dedicati diversi gruppi in Facebook.

«PER DIVERTIMENTO» - La vicenda risale allo scorso agosto, alla notte tra il 10 e l’11, quando i due ragazzi si sono imbattuti casualmente nell’animale, che da trovatello qual era vagabondava per le strade. Forse lo avevano già notato in precedenza, forse l’idea è venuta loro sul momento. Fatto sta che i due decidono, «per divertimento» come poi hanno essi stessi ammesso, di metterlo al rogo. Stando alla ricostruzione effettuata dall’accusa, la ragazza si sarebbe occupata di tenere fermo il cane mentre il suo complice lo innaffiava di benzina per poi dargli fuoco. Le fiamme non lo hanno arso vivo solo per miracolo. L’animale, dimenandosi e strusciandosi sul terreno, è riuscito a salvarsi e a fuggire lontano, ma ha riportato ustioni di terzo grado su metà del corpo. Ferite di cui ancora oggi porta le conseguenze e avverte il forte dolore fisico.

«MAI PIU’ FATTI DEL GENERE»?- A prendersi cura di lui è ancora Dany Goizé, un’attivista della sezione di Perpignan della Spa, la società francese per la protezione animali, che per prima aveva preso in custodia il cane, e a dargli il nome. Per il gruppo si tratta di un grande successo, soprattutto per la risonanza mediatica che ha avuto l’accaduto: «Mambo è stato vittima due volte, dell’abbandono e della barbarie - ha sottolineato Virginie Pocq Saint-Jean -. C’è da augurarsi che certi atti non si ripetano anche per questo dobbiamo ringraziare il tribunale». E forse un po’ anche lo stesso Mambo, che con la sua voglia di vivere e di dire no all’ignobile morte che altri avevano deciso per lui ha finito col diventare la nuova bandiera per la difesa dei diritti animali.

Fonte: Corriere della Sera

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Amei esse cartaz  da Coordenadoria do Bem Estar Animal de Floripa (serve de exemplo para o resto do Brasil) lá no Mãe de Cachorro.

Só pra lembrar mais uma vez dos benefícios da castração:

  • Evita crias indesejadas, controlando a população de cães e evitando futuros e óbvios abandonos
  • Diminui drasticamente o risco de doenças nas vias uterinas, do câncer de mama, útero, próstata e testículos;
  • Elimina a Gravidez Psicológica, comum em algumas fêmeas após o término do cio, o que ocasiona aumento das mamas (muitas vezes com edema), a produção de leite e irritabilidade excessiva;
  • Elimina o risco do câncer dos órgão genitais;
  • Diminui o risco das fugas e brigas, que podem acarretar acidentes graves e até fatais;
  • Acaba com os latidos, uivos  excessivos que ocorrem por ocasião do cio;
  • Elimina os estados de excitação por falta de cruzamento (e o embaraço com as visitas!);
  • Elimina a inconveniente perda de sangue das cadelas no período de cio, assim como as desagradáveis reuniões de machos na porta de sua residência;

Se você AINDA não castrou o seu peludo não deixe para amanhã. Procure um veterinário de sua confiança e esterilize o seu cão, macho ou fêmea e proteja a saúde deles!

E evite o seu próprio sofrimento,  o arrependimento sempre chega tarde.

Fonte: http://www.arcabrasil.org.br

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