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Eu já tinha visto lá no Mãe de Cachorro, e hoje recebi um e-mail da mais fashionzzz! das minhas amigas, a Aninha. Achei ótima mais essa iniciativa da Pedigree, porque para conseguirmos fazer com que a adoção e a posse responsável seja a realidade da maioria, precisamos que o ideal permeie todas as tribos.

Segue a matéria do Terra:

“Gostaria de ter um armário com roupas semelhantes às usadas por Alexandre Herchcovitch? Pois bem, a oportunidade chegou. O estilista colocará à venda mais de 300 peças de seu guarda-roupa particular, na loja À La Garçonne, que abre ao público neste sábado (12), em São Paulo. O dinheiro será revertido em forma de alimentos para cães abandonados.
A iniciativa faz parte do projeto Pedigree - Adotar é Tudo de bom, com duração de um ano, que incentiva a adoção de animais. Além de Herchcovitch, mais de 12 embaixadores terão gesto semelhante, um a cada mês. Os preços dos produtos não foram divulgados.

Vale lembrar que À La Garçonne começou uma venda especial nesta sexta-feira, a partir das 18h, apenas para convidados. O estabelecimento é do empresário Fábio Souza e segue o estilo das lojas das décadas de 1920 e 1930. Oferece peças de antiquário, roupas da marca Alcides e Amigos, e produtos Granado.

Serviço

À La Garçonne
Endereço: Rua João Moura, 395, São Paulo
Funcionamento: Segunda a sábado, das 10h às 19h; domingos, das 13h às 18h.”

Para ler mais, clique aqui, e descubra porque Adotar é tudo de bom!

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E assim, eu me despeço da coordenação da Mostra Fotográfica Virando Lata, depois de um ano de muito trabalho e conquistas.

Gostaria de agradecer a todas as pessoas que fizeram com que a mostra pudesse efetivamente ajudar os animais, criando uma cultura de responsabilidade, respeito e compaixão.

“Na última sexta-feira, 20 de novembro, o programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom doou 1.200 kg de ração para o projeto Anjos de Patas, de Viamão (RS). O projeto cuida de 208 cães que estão á espera de adoção.

A doação é resultado da parceria com a Mostra Fotográfica Virando Lata, evento que busca sensibilizar as pessoas para a realidade que faz parte do cotidiano de todas as cidades: a falta de cuidado com os animais que vivem nas ruas, ou mesmo em famílias, mas que não recebem os cuidados e necessários para uma vida digna e convivência pacífica.”

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Ainda bem que a folha publicou o contraponto sobre a tal da coluna initulada ENCALHADO escrita pela Mônica Bergamo. (para ler a coluna clique aqui, e para ler o  meu texto sobre a ela, clique aqui). Os comentários vão durante o texto.

Protetores pregam castração de cães e gatos contra abandono
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FLÁVIA GIANINI
da Folha de S.Paulo

O cruzamento de Spike, 2, e de Kiara, 1, -um simpático casal de lhasa apso- resultou em quatro filhotinhos, uma fêmea e três machos. O nascimento, há uma semana, foi festejado na casa da fonoaudióloga Cláudia Saltini, 46, e do publicitário Alberto Penteado, 56. “Eles são lindos.”

Os filhotes foram divididos irmamente: dois vão ficar com os proprietários do “pai” e a outra metade vai morar com os criadores da “mãe”.
É um final feliz que contempla o desejo de uma família que leva a sério o conceito de posse responsável . Tanto é que decidiram também pela castração de Spike, adquirido antes da regulamentação da lei municipal nº 14.483, em abril de 2008, que prevê que todo animal de estimação seja comercializado devidamente esterilizado. As crias de Spike também serão castradas.

O tema é polêmico, como demonstram as mensagens publicadas na seção Curtas Cartas em resposta à reportagem “Encalhado” (exclusivo para assinantes da Folha e do UOL), em que a colunista da Folha Mônica Bergamo relata as dificuldade do seu schnauzer João, 5, para encontrar uma namorada.

“O problema vivido pela colunista é típico de tantos outros proprietários de animais”, explica Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil. “Devemos lembrar que o impulso e o instinto do animal é pela reprodução.”

A entidade defensora do bem-estar dos animais, no entanto, recomenda a todos os donos que castrem seus pets e que a reprodução da raça fique restrita a criadores profissionais. “As fábricas de filhotes devem ser combatidas a todo o custo”, afirma ele. (para saber mais sobre os cuidados que se deve ter em relação aos criadores, clique aqui e assista o documentário “Os Segredos do Pedigree”)

No centro da questão do controle da reprodução dos animais, está o drama do abandono dos filhotes indesejados. De acordo com dados do Centro de Controle de Zoonoses, existem cerca de 150 mil cães abandonados na capital. Para os militantes da causa, incentivar a procriação do animal de estimação nesse contexto revela descompromisso e descaso. “Quase sempre o proprietário tem interesse em manter um filhote, mas não se preocupa com o que fará com todos os outros que surgirão dessa cruza”, afirma Vanice Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.

Ela defende uma medida radical: qualquer tipo de procriação deve ser suspensa por alguns anos. “Até que o excedente populacional venha a decrescer”, diz.

Para os criadores profissionais, acabar com a reprodução de animais não é a solução. “Quem compra um filhote de um bom criador geralmente cuida muito bem dos seus animais”, rebate as críticas o veterinário Ailton Blois, supervisor do Kenel Clube São Paulo. “É mais comum ser displicente com aquilo que não se paga.” (Se os animais fossem objetos, talvez essa afirmação fizesse sentido, mas no caso cães não são “aquilo”, cães são alguém)

A crítica dos protetores recai sobre o fato de que, na hora de vender um animal, o criador não quer saber se o comprador tem condições para manter aquele cão ou gato sob a sua guarda (Em alguns lugares do mundo, alguns criadores fazem uma triagem dos candidatos a proprietários. Vi isso em um canil de Huskies Siberianos no Alaska, e também com alguns criadores de Cão D’Água Português quando a raça virou moda em função do cachorro do Obama. Nunca tive notícias disso aqui no Brasil ). “Já as entidades colhem dados para se certificar de que o interessado em adotar possui condições para ter um animal”, argumenta Vanice.

Ao dar o pet em adoção, as ONGs observam o poder aquisitivo da família, a disponibilidade de tempo e as condições de alojamento, entre outros critérios que possam dar a mínima garantia de que o bicho será bem tratado e não corre risco de ser novamente abandonado. Abandono é crime, punível com multa e de três meses a um ano de prisão. “Já a procriação domiciliar não é recomendada, mas é um direito dos proprietários desde que se responsabilizem totalmente pelas crias”, afirma Marco Ciampi.

Licença para procriar

Em países como os EUA, quem quiser manter um animal sem castrar paga o dobro do valor da licença anual exigida dos proprietários. O valor pode chegar a US$ 100. Algumas cidades vendem licenças para procriação. Os recursos são aplicados em programas de subsídio para a castração e o controle da reprodução dos animais. Com medidas como essas, o país reduziu de 12 milhões para 4,5 milhões o número de cães e gatos sacrificados anualmente.

Desde que a schnauzer Looppy, 6, era um filhotinho, o publicitário Wagner Poggetto, 46, e a enfermeira Simone Del Poggetto, 35, se depararam com a dúvida: castrá-la ou não? Os argumentos a favor da castração são fortes. Mas, por ser uma cirurgia definitiva, a decisão foi sendo adiada.

“Se você tem certeza de que não quer mais cachorros, ótimo. Mas e quando a vontade existe?”, questiona Simone. O casal lidava com a questão a cada novo cio, especialmente por saber os benefícios da intervenção.

O tempo passou, e Loopy não teve filhotes. Agora, ela está entrando na “terceira idade”, e a castração não é mais indicada (perderam a chance de prevenir câncer de útero, câncer de ovários e câncer de mama e  piometra). A cadela passa por acompanhamento veterinário regular após cada período fértil. “Ela faz exames para verificar o estado do útero e das mamas e evitar complicações comuns na velhice”, explica Simone. Segundo a veterinária Ana Luiza Mazorra, o receio da maioria dos proprietários ao chegar ao seu consultório é em relação à intervenção cirúrgica. “Explico que os riscos são mínimos e as vantagens, muitas“, relata. “Mas, se não há chance de cruzamento indesejado, uma parte prefere evitar.”

A cirurgia consiste em retirar os testículos do macho e o ovário e o útero da fêmea. A intervenção pode durar até duas horas. O cão chega a receber alta no mesmo dia e deve ficar em repouso leve por uma semana até a retirada dos pontos. Período em que precisa tomar analgésico, anti-inflamatório e antibiótico para evitar complicações.

No hospital veterinário Sena Madureira são realizados, em média, 20 castrações por mês, que custam entre R$ 300 e R$ 400, para o macho, e R$ 400 e R$ 600, para a fêmea. Em clínicas conveniadas à prefeitura, o preço varia de R$ 100 a R$ 200.

É uma saída cirúrgica para a crise de superpopulação animal.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u646293.shtml

Para saber mais sobre os benefícios da castração, clique aqui.


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Chega à Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, mais uma edição da Mostra Fotográfica Virando Lata. O evento, que iniciará no próximo dia 25 de outubro, é um projeto do Instituto Expresso Vida e desde 2008 percorre diversas cidades do Sul do país com o intuito de chamar a atenção de crianças e adultos para um lado de nossas cidades a que geralmente não damos importância: animais que vivem nas ruas, ou mesmo em famílias, mas que não recebem os cuidados necessários para uma vida digna e convivência pacífica.

Longe de ser apenas uma exposição fotográfica, a Mostra é uma campanha de cidadania que procura mostrar às pessoas o valor que possui a ação de adotar um bicho de rua e o quanto este ato requer responsabilidade, amor e consciência.

A exposição da Usina do Gasômetro será lançada no dia 25 de outubro, às 14 horas, com o show das bandas Morgan Le Femme , Laranja Freak , Calibre , Clã Mcloud e LeChevais.Também serão realizadas duas oficinas com o Greenpeace com o tema “A História do Consumo” nos dias 08 e 15 de novembro, a partir das 15h, na sala 400.

Nesta edição, a mostra beneficiará o Projeto Anjos de Patas, de Viamão (RS), entidade de proteção animal gaúcha que abriga 208 cães. Para tanto, serão comercializados blocos de anotações e mateiras de nylon durante o evento. 50% da renda obtida através da venda dos produtos da mostra será revertida para o projeto de castração dos animais do Anjos de Patas.

Esta edição traz fotografias de Aline Gobbi, Carolina Leipnitz, Cristina Scalabrin, Daniele Spohr, Eduardo Costa, Fernanda Melonio, Heinz Schnack eIvânia Trento. A exposição conta com o apoio da Pedigree – Adotar É Tudo de BomImpacto Signs, H.Meyer , do site JazzMan! e patrocínio da Gráfica Atena, do site Cachorro Paraguaio e Woodsrock Produções .

SERVIÇO

Onde: Usina do Gasômetro - Avenida Presidente João Goulart, 551 – Centro – Porto Alegre (RS)
Quando: de 25/10 a 15/11/2009
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.
Telefones: (51) 3289-8140 / (51) 3289-8146
Contato: Cristina Scalabrin - cristina@cachorroparaguaio.com / (51) 8138-5830
mostravirandolata@gmail.com

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Ontem, mais uma vez, ouvi a história de uma pessoa que, não pela primeira vez, compra uma poodle e, em menos de dois meses, passou-a adiante.

O problema: a cachorrinha não aprendia a fazer as necessidades no lugar certo.

Irritante, porque a pessoa foi advertida antes de fazer a compra, e quando se falou em adoção, veio  a resposta: “prefiro um cachorro com mais estilo”.

E assim caminha a humanidade…

O fato é que ter cachorro está na moda.

Segundo o portal MSN Mulher,  os brasileiros consumiram cerca de US$ 546 milhões em serviços como banho e tosa, e US$ 272 milhões em produtos veterinários de higiene e embelezamento. Os alimentos respondem por 75% do faturamento do setor, totalizando um valor aproximado de US$ 3 bilhões.

Mas afinal, porque muitas pessoas pessoas ainda preferem comprar um animal em um criador de fundo de quintal do que adotar um animal?

Bichos como mercadoria:

A relação que a maioria das pessoas tem com algo (ou no caso alguém) que se compra é uma relação de consumo, e na história que eu contei se deu da seguinte maneira: Comprei, usei, não gostei, passei adiante.

O compromisso afetivo é substituido por uma relação de mercado que coisifica, no caso, os animais, e a responsabilidade fica atrelada ao negócio de compra e venda. As necessidades daquele ser vivo que será inserido num novo contexo e os sentimentos envolvidos ficam, na melhor das hipóteses, em segundo plano. Esse  um dos motivos pelos quais se vê tantos cães de raça abandonados, esperando por um lar.

Enfim, vivemos na era do compro logo existo.

Status:

Tem pessoas que AINDA são preconceituosas em relação aos cães SRD (sem raça definida), ou ainda há aquelas que valorizam mais o pedigree do que o próprio cão, pois consideram que isso seja chique (triste, né?)

Eu não tenho nada contra cães de raça, aliás adoro todos os cães, sem distinção de cor, raça e origem. Existem raças, por exemplo, que são excelentes para desenvolver trabalhos importantes de resgate, guia…

O importante em relação aos cães de raça é que eles seja criados por pessoas idôneas, que façam todos os testes e cuidem realmente da saúde dos seus cães, não os transformando em fábricas de filhotes. Certamente, trabalhando de maneira séria, fica inviável vender filhotes por R$200,00 R$ 300,00 reais como se vê nas pet shops.

Se quiserem entender melhor sobre os fatores implicados nas criações de cães de raça, clique aqui e assista o documentário Os Segredos do Pedigree.

Adoção, um ato de amor e consciência

Ainda segundo o Portal MSN Mulher,   na capital paulista, existem cerca de 1,5 milhões de cães - um cão  para cada sete habitantes - e 230 mil gatos - 1 para cada 46 pessoas. Do total, estima-se que apenas 20% sejam domiciliados. Ou seja, 1.200.000 cães e 184.000 gatos vivem sem um lar.

Dos 24 mil animais que chegam até o CCZ de São Paulo anualmente, apenas 1,5 mil são adotados e acredita-se que 19 mil sejam sacrificados por ano, por diversos motivos.

A adoção é um opção que depende da capacidade de amar e não da condição de comprar. Adotar é transformar a vida do adotante, do adotado e também do mundo que nos cerca, valorizando a relação e o vínculo construído no cotidiano.

Clique aqui e leia algumas histórias felizes de adoção.

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A cada visualização deste vídeo, a Pedigree doará um prato de ração para um cão abandonado. Faça a sua parte!

E lembre-se: ADOTAR É TUDO DE BOM!

Link:

http://www.adotaretudodebom.com.br/

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