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Esse post excelente foi escrito pela queridíssima Ana Corina e publicado hoje lá no Mãe de Cachorro. A sua leitura é fundamental para quem está realmente preocupado com a saúde do seu pet. Muitas vezes nós achamos que estamos fazendo a coisa certa, já que todo mundo faz a mesma coisa, ouvi certa vez em uma palestra: “Todo mundo? Eu não sei de todo mundo, só sei de mim!”. A responsabilidade sobre os nossos peludos é nossa, não é de mais ninguém.

“Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações… São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram.

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:

“Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?”

Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:

“Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.”

Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI - a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:

“Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”

Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
“A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
“Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?” Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

“A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:

Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”

O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:

Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”

Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:

“Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.”

O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
“Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.”
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:

“Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”

Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:

“Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”

Nesta mesma edição:

“Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”

Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!

“Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”

A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui.

Tradução: Sylvia Angélico

Leia mais: Mãe de Cachorro Também é Mãe!: Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos. LEITURA OBRIGATÓRIA para quem está realmente preocupado com a saúde de seu peludo, viu? http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/artigo-claro-e-pontual-sobre-os.html#ixzz0vUBx89UB
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Pessoas! Quem ainda não castrou os seus pets, agora tem uma boa oportunidade! A esterilização é a única maneira de proteger os animais do abandono, além de previnir diversas doenças.

Quando: 10/07/2010

Contato para agendamento: (51) 8437-3760 ou pelo e-mail: projetocastracao@yahoo.com.br

Site: http://www.pcad.com.br/

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Com a Dinda Bá (minha irmã) aqui em casa, o papo do feriado foi: mas afinal, por que os cachorros uivam?

Como descendentes dos lobos (a correspondência do DNA mitocondrial entre as duas espécies é de 99,8% ) eles herdaram esta forma de comunicação.

O uivo serve para chamar a atenção, localizar e reunir os membros da matilha. Mesmo imperceptível aos ouvidos humanos, os cães são capazes de perceber o uivo uns dos outros há quilômetros  de distância em virtude da sua capacidade auditiva.

Cães que ficam muito sozinhos podem uivar na tentativa de trazer de volta os membros da sua matilha, mas em outras circunstâncias os uivos também podem  expressar contentamento.

Um outro motivo que leva os cães a uivarem, é quando percebem que há uma fêmea no cio.

Com vocês, os uivos de um filhote de Malamute do Alaska : )

Fontes:

Terra Notícias
Saúde Animal

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Muitas pessoas pensam que o fato de alguém ter cursado 5 ou 6 anos de faculdade, garante um atendimento médico veterinário de qualidade, certo? Errado.

Infelizmente várias pessoas entram no mercado de trabalho despreparadas para prestar um atendimento de qualidade aos nossos pets. É claro que existem Médicos Veteriários excelentes, mas cabe a nós, termos bom senso para distinguir uns dos outros.

É lógico que o médico veterinário, como qualquer outra pessoa, é passível de enganos, porque ninguém é infalível. No entanto, quando acontece ums sucessão de erros e enganos é um sinal de que alguma coisa realmente não está indo bem.

Já escutei  casos de pessoa que vivem em cidades pequenas onde não se tem boas referências de profissionais. Nestes casos, não seja comodista,  busque atendimento em cidades vizinhas, onde existem opções de bons profissionais, inclusive com mais recursos de diagnóstico e tratamento. Só, por favor, não espere o seu cão ou gato morrer para descobrir que ele não estava sendo tratado corretamente.

Trouxe lá do Mãe de Cachorro algumas dicas que são muito úteis nortear a relação com o médico veterinário do nosso pet:

  • Sempre pedir o número do CRMV do profissional escolhido e cheque-o junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária do seu Estado;
  • Pedir indicações de conhecidos antes de escolher;
  • Ter senso crítico… Faça perguntas, anote as respostas. Nem tudo que os médicos nos dizem é verdade absoluta. Deixe sempre a pulguinha ali bem atrás da orelha e verifique as informações recebidas com outros donos de cães, na internet ou simplesmente levando a outros profissionais, de preferência por indicação de quem já passou por problemas parecidos;
  • Pedir um prazo para que os resultados do tratamento comecem a aparecer e ficar atenta a eles;
  • Exigir um diagnóstico claro, bem como seu prognóstico (provável resposta ao tratamento);
  • Solicitar os resultados de exames e radiografias até mesmo para mostrar a outros profissionais;
  • Pedir o nome do princípio ativo dos remédios prescritos. Um exemplo:  Baytril, Flotril e Zelotril são todos iguais (princípio ativo: enrofloxacina), só muda o nome e o laboratório. Sabendo disso você escolher qual comprar pelo laboratório (Bayer, Schering-Plough, Agener União, respectivamente) e/ou preço de cada um.

Para saber mais sobre como funciona uma consulta veterinária, clique aqui e leia o texto excelente da Médica Veterinária Camila Sanches.

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Quando adotei o Joe ele tinha uma “verruga” na pálpebra direita, bem junto aos cílios.  Fomos à veterinária, e ela disse que provavelmente fosse um papiloma, e poderia ser cauterizado (apesar das chances de voltar) ou ser feito uma cirurgia de retirada. Optamos pela cauterização,  o procedimento mais simples, porque na época, para mim, complicado para fazer  opós operatório de uma cirurgia oftálmica.

Depois de uns dois meses, a bendita  verruga apareceu novamente. Esperamos para ver como se comportava, e o tamanho ficou estabilizado por um tempo, até que começou aumentar de tamanho.

Conversamos  novamente com a veterinária, e ela indicou uma especialista em oftamologia para fazer a cirurgia de retirada do que na época acreditávamos ser um papiloma. Foi feita a retirada, e a verruga estava maior do que se imaginava, porque ele subia internamente pela pálpebra, e a cirurgia foi maior do que se esperava, e o material foi para a biópsia.

Como toda a cirurgia de olho, a recuperação foi bem delicada e trabalhosa, sem falar nas complicações: como foi retirada uma parte dos cílios, a oftamo teve o cuidado de fazer de maneira que os pelos não entrassem no olho. Mas como a sorte tinha saído de férias,  mesmo com o colar elisabetano, o Joe bateu o olho no canto da cama, e um ponto arrebentou, os pelos começaram a raspar na córnea junto com o ponto que estava solto  no olho… Enfim, 100% stress.

Resumindo: ele teve que fazer outra cirurgia para fazer a reparação da córnea, e retirar os foliculos pilosos da região que os pelos raspavam na pálpebra. Depois da cirurgia fica uma ferida aberta (horrível), mas com a cicatrização a córnea fica protegida, e o olho volta a parecer um olho.

Esse processo levou dois meses, com direito a dois meses de colar elisabetano, colírios, pomadas, anti inflamatório, antibiótico…

O  resultado da biópsia disse que era um adenoma (um tumor benigno que acontece nas glândulas), mas a patologista me alertou que, pela característica das bordas e como estava bastante inflamado, talvez o adenoma voltasse.

Dito e feito. Depois de 15 dias sem colar, veio o susto: a verruga apareceu novamente. Eu fiquei incrédula, e bem estressada só em pensar em ter que fazer outra cirurgia.

Caí na internet e comecei a pesquisar alguns tratamentos alternativos.

Comecei a dar própolis verde (da marca veromed) duas vezes via oral (PELO AMOR DE DEUS NINGUÉM VAI PINGAR PRÓPOLIS NO OLHO DO CACHORRO, NÉ?) ao dia e ômega 3 (óleo de peixe da marca sundown) também via oral durante duas semanas, depois continuei com o própolis por mais um mês. Graças a Deus, hoje em dia o olho Joe não tem mais nenhum sinal do adenoma.

Para vocês terem uma idéia do resultado, seguem três fotografias: uma de antes do tratamento com própolis e ômega 3, outra depois de uma semana do início do tratamento e  última depois de duas semanas (a qualidade das fotos não é uma maravilha, porque é difícil de fazer o Joe ficar parado enquanto se fotografa o olho dele).

Antes do tratamento com própolis e ômega 3.

Antes do tratamento com própolis e ômega 3.

Depois de uma semana de tratamento

Depois de uma semana de tratamento

Duas semanas depois do início do tratamento

Duas semanas depois do início do tratamento

O meu objetivo com é contar minha experiência para que outros cães, na mesma situação, possam ter a oportunidade de usar alguns produtos naturais que possam auxiliar no tratamento. Não desista de nenhuma cirurgia ou procedimento indicado pelo seu veterinário somente em função deste post, ok?

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Olhem só o que aconteceu com essa fofa lá no Reino Unido:

Uma cadela foi resgatada em Seaford, na costa do Reino Unido, após sobreviver a uma queda de 90 metros de um precipício.

Poppy, uma fêmea de springer spaniel inglês, estava perseguindo uma gaivota quando perdeu o equilíbrio e caiu no mar.

A cadela conseguiu nadar até a terra firme e se abrigar debaixo das rochas, onde foi resgatada por uma equipe de salvamento.

Ela estava assustada e com frio.

Poppy sofreu ferimentos no pulmão, mas conseguiu se recuperar totalmente.

Fonte:  Folha Online

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Encontrei essa coluna da Martha Medeiros na Revista O Globo no site O Grito do Bicho. Achei ótimo o exemplo dela, e de como as pessoas podem mudar conceitos e ampliar os horizontes, né? É começar 2010 com o pé direito!

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Essa coisa fofa chama-se Dudu Frodo. Foi resgatado da casa de uma colecionadora de animais em São Leopoldo/RS. Ele tem aproximadamente 5 meses, já está castrado, vacinado vermifugado, foi adotado, mas… A primeira adotante o devolveu no dia seguinte porque ele chorou na primeira noite. Foi adotado novamente, e depois de um mês foi devolvido pela família porque estava com um problema de pele (nada sério, no entanto que foi resolvido com banhos terapêuticos.)

Ele está novamente para adoção, e merece uma família que o ame e saiba que na vida nada é perfeito, mas existem soluções (muitas vezes simples como no caso dele) para os “problemas”. (Porque vamos combinar que choro na primeira noite e uma dermatite simples não chegam a ser um problema)

Nas primeiras noites é normal o cão chorar, afinal é um ambiente novo, com pessoas estranhas. Então, para os marinheiros de primeira viagem, aqui vão algumas dicas de como lidar com o seu filhote nas primeiras noites na nova casa.

  • Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o ideal é deixar o cão dormir perto de você , e quando ele estiver acostumado com a nova casa, escolher o local onde vai ficar a caminha dele.
  • Uma coisa que eu fiz quando a Dóris chegou em casa, foi  trazer junto com ela um pano com o cheiro do local onde ela estava antes.
  • Quando o Wally chegou filhote, eu dei a ele um cachorro de pelúcia que eu tinha, que aliás é dele até hoje.
  • Deixe um rádio ligado perto dele para que ele não se sinta tão sozinho.
  • Um pouco de paciência e bom senso fazem toda a diferença.

Se você estiver interessado em conhecer o Dudu Frodo, entre em contato com a Solange pelos telefones:(51) 9110 6898  , (51) 3592 2801  à noite.

Fonte: R7 - Dr. Pet

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Esta fofa se chama Elis, foi abandonada em uma praça e atualmente está em uma casa de passagem esperando um lar de verdade.

Porte pequeno, aproximadamente 1 ano de idade, muito brincalhona e faceira!!

Adora crianças e outros animais.

Será entregue castrada e desverminada!

Interessados em conhecê-la podem entrar em contato,

Solange
(51) 9110 6898
(51) 3592 2801   noite

ADOTADA!

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Essa linda é a  Bela, vivia  nas ruas com seus filhotes, até que um dia seus filhotes desapareceram. Ela deprimida, e os protetores decidiram acolhê-la. Atualmente vive em uma casa de passagem onde está sendo muito bem cuidada.

Ela merece um lar com muito amor e carinho.

Tem porte médio, aproximadamente 3 anos de idade, já está desverminada e castrada.

Convive muito bem com outros cães e é muito obediente!!

Interessados em conhecê-la podem entrar em contato,

Solange
(51) 9110 6898
(51) 3592 2801   noite

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Recebi  da querida Fernanda  Melonio o link para esse texto publicado no Guia Vegano . Achei o texto excelente, aborda vários aspectos que devem ser considerados antes da decisão de ter uma ninhada. A vida é feita de fatos e não de fantasias. A nossa fantasia de hoje não deve ser o pesadelo dos cachorros de amanhã, né?

“Todo mundo que tem uma fêmea pensa em cruzá-la ao menos uma vez. Ter uma ninhada parece coisa legal ­ mas cuidar de uma ninhada não é tão legal quanto parece. Criar cães envolve muito mais trabalho e responsabilidade do que as pessoas estão dispostas a ter. Antes de cruzar sua cadela, aqui alguns pontos importantes a considerar:

  • Será que todos os filhotes encontrarão lares bons e permanentes? Estatísticas dos Estados Unidos falam que a cada hora nascem cerca de 2500 filhotes e 450 seres humanos. Portanto desde o nascimento, só um em cada quatro filhotes terá chances de encontrar um bom lar. Encontrar um lar permanente é ainda mais difícil somente um em cada 10 cães permanecem com seus donos originais por toda a sua vida. Cinco trocarão de dono antes de completar um ano de vida. E o saldo terminará em abrigos, abandonados ou indesejados. Mesmo que seu cão seja um cão de raça caro, seus filhotes estão sujeitos às mesmas estatísticas. Milhões de cães serão sacrificados anualmente em instituições ao redor do mundo já que não há lares suficientes para abrigá-los. Há tantos animais abandonados hoje em grandes cidades, que os legisladores já pensam em coibir ou limitar drasticamente a criação de cães.
  • Suas responsabilidades como criador/doador: você é pessoalmente responsável por cada filhote pelo resto de suas vidas. Sua responsabilidade não cessa no ato da venda/doação do filhote­ é bem aí que essa responsabilidade começa! Você é que vai ter que saber exatamente onde esses filhotes estarão daqui a seis meses, um ano ou cinco anos, e saber se os mesmos estão recebendo a atenção necessária. Você será responsável por todos os filhotes não vendidos/não doados e receber de volta aqueles que serão devolvidos após terem crescidos e seus donos não mais os quererem. Como somente um em cada 10 filhotes ficará com seu dono original por toda a sua vida, você terá que estar preparado a receber de volta uma boa parte de sua ninhada. A hora de se preparar para isso é agora ­ antes de trazer novos filhotes para esse mundo, não depois.
  • Você terá espaço para esses cães? Tempo para cuidar deles? Parece que ter uma só ninhada não terá grande efeito sobre a população canina em geral ­mas se sua cadela tiver uma só ninhada de quatro filhotes e cada filhote produzir mais quatro filhotes, em 7 anos teremos 4.000 descendentes! “Somente uma ninhada” tem sérias conseqüências! Você terá que aprender a escrever e exigir cumprimento de um contrato que exige que os donos dos filhotes castrem os mesmos. Você tem a responsabilidade perante seus filhotes e seus donos de criar cães os mais saudáveis, física e mentalmente.
  • Todas as raças possuem problemas genéticos e de temperamento específicos que podem ser passados aos seus filhotes. Muitos defeitos hereditários estão “escondidos” apesar de que seu cão possa não apresentá-los, ele poderá estar programado geneticamente a transmiti-los a seus filhotes. Sem exames caros e complexos e um estudo aprofundado de pedigrees, você poderá facilmente estar produzindo filhotes que serão uma dor de cabeça para seus donos e um peso financeiro para você. Criadores sérios avaliam seus padreadores e suas matrizes para encontrar evidências de displasia, doenças oculares, de coração, de tireóide, hormonal, de pele, alergias e problemas de coagulação antes mesmo de pensar em fazer um cruzamento. Como criador você deve estar preparado para dar garantias aos novos donos que os filhotes estão livres das doenças hereditárias típicas da raça quando atingirem idade adulta. Isso pode significar o reembolso de dinheiro daqui a alguns anos ou ter que oferecer um novo filhote sem custo.
  • Com nova legislação, criadores sem experiência poderão estar reembolsando até três vezes o valor recebido hoje daqui a três anos, adicionado de despesas veterinárias, correção monetária e multa. E temperamento também está sujeito a garantias. Você poderá ser processado se o filhote que você vendeu ontem morder alguém amanhã. Você terá que estar presente para dar aos donos conselhos sobre treinamento e comportamento.
  • Você é o “suporte on-line”, 24 horas por dia, 365 dias por ano, para os novos donos, e isso pelos próximos 10 a15 anos! Ter uma ninhada sai caro: Criar uma ninhada exige um considerável investimento de tempo e dinheiro que certamente não voltará sob forma de lucro. Depois virão os exames pré-natais, ultra-som, exames pós-parto, vacinação e vermifugação, remoção de ergot (5ª unha), alimentação adicional para a mãe, equipamento como caixa de parto, cercado, etc. Partos com complicação são mais comuns do que se imagina(especialmente se for o primeiro parto da cadela). E problemas durante o parto poderão custar a vida da cadela! Você pode calcular uma taxa de mortalidade de 25% para os recém-nascidos, mesmo fazendo tudo corretamente. E defeitos de nascimento como palatos abertos são comuns. Depois disso virão custos para anúncios para a venda dos filhotes. Mesmo criadores de cães campeões raramente obtém algum lucro na sua criação.

Antes de continuar a ler, pense bem sobre as razões que fazem você desejar criar uma ninhada. Aqui algumas das mais comuns:

  • “A natureza fez com que os animais procriassem”. Não é mais a natureza que controla a carreira reprodutiva dos nossos animais de estimação as pessoas é que o fazem. A natureza age de maneira bem diferente. No ambiente selvagem a natureza se encarrega que somente os filhotes mais fortes e espertos sobrevivam para criar novos descendentes. E a natureza só permite às cadelas ficarem férteis quando há alimento suficiente e um ambiente seguro, para garantir a sobrevivência da ninhada. Nós humanos permitimos que nossos animais procriem a qualquer tempo, tenham um futuro assegurado ou não.
  • “Estamos fazendo isso pelas crianças”. Assistir ao milagre da natureza não é tudo aquilo que se diz. É um acontecimento cheio de sujeira e sangue e quase sempre acontece no meio da noite. É doloroso para a cadela e seu sofrimento pode ser mais do que você deseja que seus filhos assistam. Existem vídeos e livros que mostram às crianças o milagre do nascimento sem os custos e a responsabilidade de criar novos cães.
  • “Queremos um outro cão igual a este”. Os filhotes terão 50% de chance de puxar traços do outro cão! Seu cão é único e especial. As leis de hereditariedade impedem que dois seres sejam idênticos. A maioria das qualidades que fazem sua cadela tão especial é adquirida, não herdada.
  • “Queremos ficar com um filhote”. É bem mais barato e mais fácil comprar ou adotar um novo filhote do que criá-lo você mesmo!
  • “Todos nossos amigos querem um filhote”. Qualquer pessoa que viu sua cadela quando filhote dirá que “um dia” vão querer uma igual. Mas esse dia raramente coincide com a época em que os filhotes estão prontos para ir aos seus novos lares. Você ficará surpreso de quantas pessoas subitamente não tem tempo disponível para um filhote no momento ou não estão dispostas a pagar o preço que você está cobrando. Não conte com promessas vagas! Encontrar lares adequados para os filhotes é mais difícil que parece. Nem todo mundo deve ou pode ter um cão e é quase impossível saber a diferença entre um bom e um mau dono. Você terá que ter uma grande capacidade de julgamento de caráter e estar disposto a investir tempo considerável para conhecer melhor as pessoas às quais você planeja vender/doar um filhote. Será que eles tem a experiência para criar e treinar um filhote?
  • “Ela precisa ter uma relação sexual”… Ou …”Ele precisa abaixar o facho” Não nos dois casos. O sexo dos animais é controlado por hormônios. Não existe amor, emoção ou pensamento envolvido. Uma fêmea somente “pensa” em sexo quando está no cio e ela esquece isso assim que o cio passa. E os machos somente pensam em sexo ao estarem próximos de uma fêmea no cio. Deixar o macho cruzar não vai “abaixar o facho” ­ vai sim fazê-lo ficar pior. Ficará mais territorial e agressivo perante outros cães, poderá voltar a sujar dentro de casa e poderá ficar incontrolável caso haja uma fêmea no cio próximo à sua casa . O macho que nunca cruzou desconhece e não sente falta de cruzar. “Abaixar o facho”, seja de um macho ou de uma fêmea, é questão de maturidade e treinamento e não de cruza. Não existe fundamento na sabedoria popular que cães devem cruzar ao menos uma vez antes de ser castrados. Se algum veterinário der esse conselho, tenha certeza que ele está atrasado no tempo. Pesquisas demonstram que castrar cães ainda filhotes não causa nenhum efeito negativo. Castrar uma fêmea antes do primeiro cio pode prevenir alguns tipos de câncer e infecções urinárias sérias. E castrar um macho não tira sua masculinidade. Muito pelo contrário, esse macho se tornará um animal mais fácil de ser treinado e possibilitará que ele canalize sua energia para atividades mais construtivas.
  • “Queremos recuperar o investimento em nosso cão” Como dito acima, será muito difícil obter algum lucro na criação. Criar uma ninhada certamente resultará em prejuízo. Você provavelmente comprou um cão para ter um companheiro e ter prazer. Mesmo tendo pagado R$500,00 isso é um investimento de somente R$50,00 por ano, se o mesmo viver 10 anos, ou seja, menos que R$1,00 por semana. Será que o companheirismo e amor que ele retorna não vale mais do que isso?

Aprendendo a criar com responsabilidade: Se você assim mesmo acha que possui razões excepcionalmente boas para usar seu cão para criação e para toda a responsabilidade que isso envolve, seu trabalho está somente começando.
Procriar cães hoje em dia é assunto sério. Antes de seguir adiante, visite o Centro de Zoonoses mais próximo à sua casa e veja o que acontece com cães que foram criados por pessoas que pensavam que seria “divertido” ter uma ninhada.

O ‘‘milagre da morte” pela eutanásia é tão educador quanto o “milagre da vida”. Se você assim mesmo decidir criar cães, esteja ao menos consciente das conseqüências. Valerá a pena? Na maioria dos casos, a resposta é não. A decisão de NÃO cruzar seu animal de estimação é uma das decisões mais inteligentes, educadas e profundas que você pode fazer. Pense nisso e releia todo esse texto. E só depois decida.”

Dieter Gogarten

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