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Tem coisas que são óbvias,  nesses casos a supresa me surpreende.

A matéria que segue é da Revista Época.

gina

Gina, uma pastora-alemã, tinha dois anos de idade quando foi para o Iraque como uma das melhores cadelas farejadoras de bomba do exército americano. No ano passado, ela voltou para casa, no Estado do Colorado, triste e com medo (Por que será?). Gina se escondia debaixo dos móveis e evitava o contato social. Um veterinário do exército diagnosticou então que Gina estava com estresse pós-traumático, um problema que pode atingir tanto humanos quanto cães. (diagnóstico óbvio) “Ela tinha pavor de todos” (Por que será?), disse Eric Haynes, do canil de uma base da Força Aérea americana onde Gina morava (que maravilha deve ser morar ali, hein?). Um ano depois, ela está se recuperando. Caminhadas frequentes entre amigos (OK) e uma reintrodução gradual no universo militar (guerra universo militar DE NOVO? Mas não esse “universo”  guerra que a fez adoecer?) fez com que Gina superasse seus medos, segundo Haynes (depois de 25 litros da mais pura cachaça). Ele descreve o progresso da cadelinha como extraordinário. Os veterinários esperam que ela esteja totalmente recuperada em breve (Para farejar bombas na próxima encrenca que os Estados Unidos arrumar?).

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injecao

Esse post excelente foi escrito pela queridíssima Ana Corina e publicado hoje lá no Mãe de Cachorro. A sua leitura é fundamental para quem está realmente preocupado com a saúde do seu pet. Muitas vezes nós achamos que estamos fazendo a coisa certa, já que todo mundo faz a mesma coisa, ouvi certa vez em uma palestra: “Todo mundo? Eu não sei de todo mundo, só sei de mim!”. A responsabilidade sobre os nossos peludos é nossa, não é de mais ninguém.

“Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações… São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram.

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:

“Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?”

Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:

“Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.”

Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI - a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:

“Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”

Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
“A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
“Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?” Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

“A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:

Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”

O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:

Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”

Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:

“Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.”

O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
“Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.”
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:

“Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”

Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:

“Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”

Nesta mesma edição:

“Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”

Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!

“Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”

A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui.

Tradução: Sylvia Angélico

Leia mais: Mãe de Cachorro Também é Mãe!: Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos. LEITURA OBRIGATÓRIA para quem está realmente preocupado com a saúde de seu peludo, viu? http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/artigo-claro-e-pontual-sobre-os.html#ixzz0vUBx89UB
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No próximo domigo tem mais uma edição do projeto de castração de animais domésticos em Porto Alegre!

Quando: 25 de julho de 2010
Agendamento: (51) 8437-3760 ou pelo e-mail: projetocastracao@yahoo.com.br

O agendamento deve ser feito com antecedência!
Para mais informações acesse o site: http://www.pcad.com.br/

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Encontrei esse texto la no Mãe de Cachorro da queridíssima Ana Corina e trago aqui para o blog porque realmente é um dado importante que traz uma das possíveis consequências do uso da alimentação industrializada para cães.

Maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada por ração

Se seu cachorro parece ter dor, tome cuidado: ele poderá estar com pedras nos rins. Portanto, quando notar esse sintoma no animal, procure um veterinário o quanto antes.
O cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente, a urina contém substâncias químicas que inibem a formação destes cristais.
Estudos comprovaram que atualmente a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada pela ração industrializada hipercalórica. Há trinta anos atrás era raríssimo ver um cachorro com este tipo de patologia, mas hoje é cada vez mais comum esse diagnóstico.
A química presente na ração industrializada (flavorizantes, aromatizantes, estabilizantes e outros conservantes), a longo prazo, deteriora a saúde dos caninos. Cachorros que ingerem alimentos sem conservantes apresentam mais saúde e vivem 1/3 a mais do que os alimentados exclusivamente com rações industrializadas.
A dieta com variação do cardápio possibilita ao organismo desintoxicar-se da química existente no alimento industrializado. Por isso, quem utiliza ração para alimentar seus cães deve administrar, a cada quatro dias de ração, um a dois dias de alimentos frescos sem conservantes, ou seja, carnes (branca e vermelha), peixes, vísceras bovinas, legumes, arroz, queijo branco (e/ou iogurte), gemas de ovos e frutas. A levedura de cerveja, em doses diárias, também é altamente recomendável como complemento alimentar.

Fonte: Portal da Cinofilia

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Hoje estava conversando com uma amiga sobre a questão dos colecionadores de animais, e percebi que muitas pessoas não conseguem nem imaginar qual é a realidade dos animais que vivem nessas condições.

Como escrevi em um post anterior sobre essa problemática (clique aqui para ler), é um tema bastante espinhoso porque além de todo o envolvimento cos animais, tem como pano de fundo uma doença mental.

Esse vídeo é sobre o caso da Dona Marina em São Leopoldo. Existe um grupo de protetores  incansável (Amigos dos Peludinhos)  tentando trabalhar com a adoção dos cães, buscando melhores condições de saúde e um tempo atrás já foi realizado um mutirão de castração.

Havia um outro mutirão marcado, mas a Dona Marina proibiu que os cães fossem submetidos ao procedimento de de esterilização. A situação é muito complicada, e é necessário que o poder público assuma a sua responsabilidade, já que, pela lei, o estado é o tutor dos animais.

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Estou para escrever este post há tempos, inclusive recebi um e-mail da Vivi Vieri sobre o  assunto, mas  é uma questão espinhosa porque envolve várias situações tradicionalmente preteridas pelas instâncias públicas que deveriam dar conta delas: os animais e as pessoas com problemas mentais.

O abandono histórico, a falta de políticas públicas efetivas de saúde mental, de proteção aos animais e controle populacional fazem com que esta seja uma combinação trágica tanto para as pessoas quanto para os animais.

Uma situação recorrente é o abandono de animais na casa dessas pessoas, que acabam tornando-se  referência como alguém que gosta de animais, quando na verdade são pessoas doentes.

Os colecionadores  só acumulam animais mas nunca os doam, apesar da impossibilidade de cuidá-los de maneira adequada. Em  função deste excesso deixam de ter vida social, não conseguem cuidar de casa, do trabalho, da família.

O que torna essa situação mais complicada é que eles não tem a capacidade de compreender  a deterioração progressiva da saúde e higiene de seus animais, (não reconhece a doença, a morte e a fome) e do meio onde se encontram (superlotação e más condições higiênicas). A falta de juízo crítico faz com que as intervenções com essas pessoas sejam mais complicadas, requerendo uma ação interdisciplinar (ministério público, assistente social, psicólogo, psiquiatra…)

Isso acontece também com instituições de proteção animal, que pela dificuldade de reconhecer os seus próprios limites acabam recolhendo muito mais animais que a sua estrutura permite, colocando-os em uma situação pior a que a das ruas.

Perfil do Colecionador

EM 1999 o Dr. Gary Patronekconduziu uma pesquisa para traçar o perfil do acumulador de animais e, chegou às seguintes conclusões:

* 76% são mulheres.
* 46% têm 60 anos ou mais.
* A maioria é de solteiros e mais da metade vive sozinho.
* Em 69% dos casos, fezes e urina de animais estavam acumuladas nas áreas sociais da casa. Em mais de 25% dos casos, a cama do acumulador estava suja com fezes e urina.
* Animais doentes ou mortos foram descobertos em 80% dos casos relatados, ainda que em 60% dos casos os acumuladores não reconhecessem o problema.

Clique aqui para ler a reportagem da Revista Época, e lembre-se: Castração e posse responsável são a solução para que não haja abandono e sofrimento dos animais.

Fontes:

Irmão Sol, Irmã Lua

União Libertária Animal

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Nos dois anos de Cachorro Verde  e quem ganhou um presentão fomos nós e os nossos peludos!

Ontem vi no twitter que foi publicado  um guia muuuito didático sobre alimentação natural (clique aqui para ler). Nele nós encontramos as principais informações de forma clara, mostrando que não é nenhum bicho de  sete cabeças oferecê-la para os nossos cães.

Comecei a oferecer AN crua para  Joe há quase três meses, e pude perceber diferenças importantes (além da alegria dele na hora de comer) no seu aspecto geral:

  • diminuição significativa de tártaros
  • aquele “cheiro de cachorro”  praticamente desapareceu.( Hoje em dia o banho dele é por uma questão de higiêne e não para se livrar o cheiro)
  • uma outra coisa interessante que eu percebi foi que ele está um cachorro mais tranquilo. (A impressão que dá é que ele tinha uma certa “hiperatividade” que já nâo existe mais. E vale lembrar que ele é um cachorro idoso, e que sai para passear três vezes por dia, sendo que dois passeios são de pelo menos 25 minutos)
  • O pêlo dele está LINDO

Muitas pessoas vegetarianas me perguntam se eu não tenho nojo me mexer na carne (já que eu não como carne), ou se não é ir contra ao vegetarianismo alimentar o JOE com AN.

Olha, sinceramente eu não adoro mexer em carne não, e confesso que eu tomei o maior susto no dia que o açougueiro mandou, junto com os pescoços que eu encomendo toda a semana, uma cabeça perdida lá no meio (que eu até poderia ter dado para o Joe, mas os poucos dentes que ele tem já  não são uma maravilha).  Só que infinitamente pior do que isso é ter um cachorro com uma doença crônica incurável que, além da predisposição genética, é desencadeado por fatores ambientais dentro os quais a alimentação é um dos principais.

Isso não significa que um cachorro que come comida natural não vai ficar doente, mas certamente ele tem muito menos chances de que isso aconteça. Isso é assim com eles como é em humanos, já que  todos nós sabemos que quem se alimenta principalmente de alimentos processados, cheios de antes (conservantes, corantes…), fast food e etc, corre um risco muito maior de desenvolver doenças como câncer, diabetes, hipertensão.

E sobre essa questão de ir contra o vegetarianismo:

  • Câes são carnívoros com tendências onívoras. Essa é a natureza deles, e devemos respeitá-la.
  • As rações são feitas de quê? De carne, ossos, vísceras com a diferença que são as partes que não são utilizadas para consumo humano e muitas vezes são impróprias para isso (animais doentes que são rejeitados para consumo humano). Para ler mais, clique aqui.

Cada pessoa sabe o que é melhor o seu estilo de vida, o importante é fazer as escolhas com consciência, sabendo exatamente qual é a opção que se está fazendo, né? ;)

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Pois então, a história do mau hálito (vulgo bafo) da cachorrada é algo que os donos ficam se perguntando o que fazer para acabar, principalmente se o seu cão for um beijoqueiro.

Com a Dóris (Maria Bafinho) e o Wally (Zé Bafão)  eu tinha tentado mil artifícios para ver se eu conseguia dar um jeito: biscoitos próprios para limpeza dos dentes, ossos de couro, palitinho de couro, só dava ração seca, e até escova de dentes eu comprei (mas eles não toparam a parada).

Com o Joe (Zé Bafão II A missão) foi a mesma coisa, e os seus tártaros de estimação se negavam a abandonar a boca do meu Cocker Paraguaio (nos dentes que sobraram da época que ele era um vira latas - já que agora ele tem comida no prato).

Com a mudança para alimentação natural descobri várias coisas que eu nem suspeitava:

  • Que a ração seca não ajuda a combater o tártaro. Li um tweet do Cachorro Verde sobre isso uns dias atrás, o que só veio corroborar com a experiência que eu tive com os meus cães.
  • Os ossos e palitos de couro fazem mal à saúde dos cães. No final da semana passada a Camilli do Ville Chamonix fez um post sobre isso (para ler clique aqui), relatando inclusive que durante a fabricação dos ossos é usada soda cáustica (aquela que as pessoas usam para desentupir canos e ralos)
  • A escovação dos dentes realmente ajuda a prevenir o tártaro.
  • O uso de ossos recreacionais e a alimentação natural que contém meaty bones (ossos carnudos crus) eliminam e previnem o tártaro de maneira saudável e eficaz. O site Cachorro Verde ensina exatamente como formular e introduzir a alimentação natural para os pets, e é através dele que eu me baseio para organizar a alimentação dos meus cães. Aqui em casa foi um sucesso, o Joe e o Wally se livraram dos tártaros e aquele bafinho deles foi embora. (clique aqui para saber mais sobre os ossos recreacionais).

Eu sei que para muitas pessoas a alimentação natural ainda pode parecer estranha, absurta, diferente. No entanto, essa foi a alimentação dos cães por milhares de anos, e talvez por pré-conceito muitas pessoas ainda não queriam nem ouvir falar no assunto. Contudo sugiro uma leitura mais atenta ao site do Cachorro Verde e ao post Geração Coca-Cola.

Joe roendo o seu osso recreacional. Reparem no charme das orelhar presas (hahaha), e é claro que ele escolheu a sua cama para fazer uma lambança completa! (bendito aquele que inventou a máquina de lavar roupas!)

Joe roendo o seu osso recreacional. Reparem no charme das orelhar presas (hahaha), e é claro que ele escolheu a sua cama para fazer uma lambança completa! (bendito aquele que inventou a máquina de lavar roupas!)

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A Aninha me enviou o link deste vídeo do La Repubblica e eu achei muuuito legal a idéia, por isso resolvi dividir com vocês e coloquei esse vídeo no canal do Cachorro Paraguaio no youtube.

Laurie Anderson e seus músicos dedicaram uma tarde de música para os amigos de quatro patas e seus donos em Sidney na Austrália.

AMEI :)

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A queridaaaa Ana enviou o link  do site da Globo com a matéria sobre os cães peruanos.

Os animais da capital peruana estão sendo tatuados na orelha com o número de identidade de donos. Desta maneira em caso de roubo ou mesmo quando um cão escapa ou se perde, é fácil identificar o tutor.

Esse projeto é realizado pela prefeitura.

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