Responsabilidade Social

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A Maria Lúcia querida enviou a divulgação deste evento MUITO legal! Quem estive em POA não pode perder!

O quê? FESTA DO MONDO com show, djs, leilãozinho de obras, entrega de uma tela sorteada na ação entre amigos
e mostra de filmes de vários países sobre a causa animal.

Quando? Domingo, 1º de Agosto de 2010

Que horas? a partir das 17 horas

Onde? Casa de Teatro de Porto Alegre, Rua Garibaldi, 853

Quanto? Só 3 reais, toda a renda pro projeto MondoCane.brasil. Nenhum artista receberá cachê.

Quem? Alan Langdon + Renascentes - acústico + biAh weRTHer + Eleusa de Moraes + Dj Marcelo Zanotto + Dj Guilherme Gasparotto + Esteban Tolj + Fabriano Rocha + Francisco Weyl + Gaby Benedyct + Giane Portal + Lu Gonçalves +
Maya Pinsy + Jones Peroni + Wainer Tristão + Yannet Briggiler + Carlos Ferreira + Drégus

Porquê? Manter animais resgatados, pagar vacinas, mensalidades, castrações. Ajudar mais animais. Chamar mais voluntários. Conscientizar.
Mobilizar para o projeto de documentário.

PROGRAMA

17 h - Abertura do evento com sonzinho de domingo da Elisa Vogel.

18 h - Entrega da obra de Eleuza de Moraes, doada para Ação entre Amigos.

18 h -
Leilão de obras doadas pra causa

18: 30 -
MÚSICAS SELECIONADAS PELO DRÉGUS

19:30 h -
Show Renascentes versão Acústica

20:15 h -
DJs Gui Gasparotto e Marcelo Zanotto

20:15 h - Na sala de vídeo. Programação de curtas sobre o tema animal, apoio do Cineclube Ieda Beck de Florianópolis. Cineastas do Brasil, Argentina, Portugal e Estados Unidos

Toda a renda será revertida para o projeto MoncoCane.brasil - www.mondocanebrasil.blogspot.com
Nenhum artista está cobrando cachê.

APOIO: Cineclube Ieda Beck de Florianópolis, TV Azul http://www.tvazul.com.br/site/, coletivo ..Cinema8ito e Casa de Teatro de Porto Alegre www.casadeteatropoa.com.br

Agradecimentos: Alex Ferla, Carol Brandt, Audrey Stefani

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A APRAP de Santa Catarina criou uma petição online em prol da criação  da Promotoria de Defesa dos Animais em Santa Catarina (clique aqui para acessar a petição).

É uma iniciativa importante que busca criar cada vez mais recursos efetivos para a proteção dos animais, e punição dos criminosos que atentam contra eles.  Segue o texto da petição:

Para: Procurador Geral de Justiça de Santa Catarina

Tendo em vista os altos índices de crueldade e danos em detrimento dos animais, a frequente impunidade dos infratores, o desinteresse das autoridades encarregadas da apuração desses crimes, o conflito de atribuições normalmente surgido entre as corporações policiais quando se trata de atender casos de animais domésticos vítimas de maus-tratos, bem como a descrença nas decisões judiciais em razão das penas irrisórias e os reiterados atos de abuso noticiados pela mídia televisiva e eletrônica, apesar da evolução do pensamento jurídico e acadêmico que atualmente já reconhece os animais como sujeitos de direito, conforme proposto na tese institucional Promotoria de Defesa Animal, aprovada em outubro de 2007, no X Congresso das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de São Paulo, nós, abaixo-assinados, SOLICITAMOS à Vossa Excelência, em caráter prioritário, o encaminhamento à Assembléia Legislativa de projeto de lei visando a criação, na Capital do Estado de Santa Catarina, de uma pioneira PROMOTORIA DE DEFESA ANIMAL, especializada na tutela dos animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, considerados em seu valor inerente, a fim de efetivamente cumprir o mandamento constitucional preconizado no artigo 225 par. 1º, inciso VII, da Constituição Federal e o dispositivo do artigo 32 da Lei 9.605/98, de forma a melhor atender às demandas decorrentes da atribuição que é conferida ao Ministério Público pelo Decreto nº 24.645, de 10 de julho de 1934 em seu par. 3º, artigo 2.

Para assinar, clique aqui. A minha assinatura já está lá!

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Hoje estava conversando com uma amiga sobre a questão dos colecionadores de animais, e percebi que muitas pessoas não conseguem nem imaginar qual é a realidade dos animais que vivem nessas condições.

Como escrevi em um post anterior sobre essa problemática (clique aqui para ler), é um tema bastante espinhoso porque além de todo o envolvimento cos animais, tem como pano de fundo uma doença mental.

Esse vídeo é sobre o caso da Dona Marina em São Leopoldo. Existe um grupo de protetores  incansável (Amigos dos Peludinhos)  tentando trabalhar com a adoção dos cães, buscando melhores condições de saúde e um tempo atrás já foi realizado um mutirão de castração.

Havia um outro mutirão marcado, mas a Dona Marina proibiu que os cães fossem submetidos ao procedimento de de esterilização. A situação é muito complicada, e é necessário que o poder público assuma a sua responsabilidade, já que, pela lei, o estado é o tutor dos animais.

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A querida Ana Corina do Mãe de Cachorro está levando para Floripa um evento inovador que certamente vale a pena ser prestigiado!

Coluna Mãe de Cachorro e RIC Record trazem a Floripa workshop com o publicitário paulista Tiago Ferigoli.

Ana Corina, editora do blog  Mãe de Cachorro e colunista do Notícias do Dia, traz a Florianópolis, com patrocínio da RIC Record e do jornal Notícias do Dia, o workshop que já começou a percorrer o Brasil, “Vira-latas: Os verdadeiros cães de raça”.

Com depoimentos de atores e artistas de projeção nacional no documentário e patrocínio de grandes empresas, como a Editora Ediouro e a marca de rações para cães, Pedigree, o projeto “Vira-latas: Os verdadeiros cães de raça” foi idealizado e produzido pelo publicitário paulista Tiago Ferigoli e conta com uma série de ações voltadas a educar, provocar reflexão e levar empresas e profissionais liberais a lançar outros projetos sociais.

Apesar do nome,  o workshop não trata unicamente da problemática dos animais de rua. Na verdade, é uma aula sobre inovação, comunicação e marketing para o Terceiro Setor, voltada a profissionais e estudantes da área.

Fazem parte da iniciativa de Ferigoli um livro, já à venda, um documentário a ser lançado no segundo semestre de 2010, o website que dará continuidade ao projeto (www.vira-latas.com) e o workshop, que você confere gratuitamente na semana que vem, conforme informações abaixo.

Serviço

Workshop Vira-latas: Os verdadeiros cães de raça, com Tiago Ferigoli
Data:
7 de junho de 2010 - segunda- feira
Horário: das 18h30 às 21h30
Local: Auditório da Reitoria da Universidade Federal de SC (UFSC), no Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima – Trindade – Florianópolis - (48) 3721-9320
Entrada franca
Informações: www.maedecachorro.com.br

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E vem à tona mais uma vez  a suspeita de desvio de verbas em ongs, e a SUIPA está sendo questionada sobre a administração das suas finanças (para ler a reportagem do Globo  clique aqui).

Eu não conheço de perto este caso, mas essa matéria me fez pensar sobre como isso pode estar ocorrendo no nosso cotidiano, nas instituições que costumamos ajudar. Eu pessoalmente já doei dinheiro para determinados procedimentos quando solicitado por algumas pessoas da rede de proteção, procedimentos estes que nunca ocorreram (já que neste caso tinha como averiguar o que estava ocorrendo, mesmo que a pessoa que pediu ajuda não soubesse).

Isso não me fez deixar de ajudar os animais. Além do trabalho de educação através deste blog (que apesar de muita gente não se dar conta, quanto mais educadas forem as pessoas, menos resgates de cães se farão necessários),  a partir deste episódio resolvi focar as minhas possíveis contribuições para apenas duas pessoas de minha absoluta confiança (que sempre fazem prestação de contas) e preferencialmente se procedimento se refere a castração

E você,  sabe para onde vai o dinheiro que você doa? Os protetores que pedem auxílio financeiro na rede ou instituições as quais você doa algum dinheiro ou compra os seus produtos, fazem prestação de contas?  Os dados condizem com a realidade? Os preços praticados pelos veterinários são condizentes com a situação?

Desde a época da faculdade eu fiz vários trabalhos voluntários, e me lembro que uma discussão recorrente era o que nós percebíamos como ganho desempenhando as nossas tarefas. Existem sempre muitos ganhos que não são financeiros, mas estes devem ser sentidos por nós como suficientes, para que desempenhemos as nossas tarefas com idoneidade.

Várias vezes escutei de pessoas ligadas à proteção animal um discurso do tipo: ” Nós já trabalhamos tanto pela causa, o que tem de mais pegar um saco de ração, proveniente de doação, para os meus cães?”

A questão é a seguinte: devemos conhecer claramente os nossos limites de doação para uma determinada tarefa. Isso é ser honesto consigo e com os outros. Não adianta fazer de conta que se é abnegado ao extremo, mas na verdade se acaba procurando um retorno de forma escusa (gente, sejamos honestos: Madre Teresa de Calcutá só teve uma).

Por outro lado, não vejo nada de errado se ter um retorno financeiro pelo trabalho que exercemos, desde que esteja claro e acordado com todas as partes envolvidas. A gente tem que aprender a  valorizar o nosso próprio trabalho e parar com essa mania absurda de que é feio e desonesto receber pelas tarefas realizadas. Como é que as instituições de  proteção animal vão poder garantir um trabalho continuado e organizado como os animais merecem todo o santo dia, se não tiver uma equipe fixa para isso? Além do tratamento direto com eles, como fazer para a parte administrativa andar bem?

No Brasil isso pode ser novidade, mas muitos países já profissionalizaram realmente o terceiro setor. E isso não é um problema, é solução! Problema é se  dizer voluntário e desviar dinheiro e materiais oriundos de doação.

Com isso eu não estou dizendo que o voluntariado não deva existir. Aliás, ele é fundamental para sustentar as ações. O que eu me pegunto é: como é possível alguém ser protetor voluntário em tempo integral ou quase integral e pagar as suas contas? (é claro que, graças à Deus, existem pessoas com uma situação financeira bem confortável, mas certamente não é a regra)

Nisso tudo, o que realmente importa é ser honesto: consigo mesmo aceitando as nossas limitações e valorizando as nossas ações,  deixando claro para as outras pessoas sobre as nossas possibilidades e limitações, e com os animais dando o nosso amor respeitando aquilo que lhes pertence.

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dama

Achei interessante a iniciativa da Casa Cor São Paulo e o projeto Adotar é tudo de bom! Valorizando a adoção de animais se ajuda a criar uma nova cultura e se promove a valorização da vida. A matéria é da Petmag:

Os visitantes da Casa Cor 2010, um dos maiores eventos de arquitetura e decoração das Américas, poderão conferir a presença de uma ilustre convidada em um de seus espaços. Trata-se de Dama, uma serelepe e dócil SRD, personagem real de uma das ONGs do programa Adotar é Tudo de Bom.

A cadelinha terá um cantinho especial na Cozinha Funcional BGourmet durante a 24ª edição da mostra, que traz como tema “Sua casa, sua vida mais sustentável e feliz!”. O animal integrará o conceito de um ambiente onde todos os itens contribuem para a preservação do meio ambiente, inclusive, o bichinho de estimação da família.

Com uma proposta sustentável, o espaço que abrigará a Cozinha Funcional tem 100m² e prioriza o reuso de objetos e materiais reciclados. “Acreditamos na adoção de cães abandonados, uso de bicicleta como meio de transporte, reciclagem total de resíduos, sustentabilidade e muito verde”, lembra Guto Requena, arquiteto da WHYdesign, responsável pela criação do projeto.

Para os que quiserem conhecer Dama, que felizmente já encontrou um lar feliz, basta comparecer à Casa Cor, que acontece a partir de hoje, 25 de maio, até o dia 13 de julho, no Jockey Club de São Paulo.

Serviço
Casa Cor
Quando: de terça a sábado (e feriados): das 12h às 21h30 e domingo: das 12h às 20h
Local: Jockey Club de São Paulo. Av. Lineu de Paula Machado, 1.075, Cidade Jardim - São Paulo/SP
Tel: (11) 3034-6201

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Recebi a newsletter do Instituto Nina Rosa com um texto excelente de autoria de Lilian Rockenbach
sobre o que é ser um protetor de animais. Com uma visão abrangente da questão, valorizando os mais diversos aspectos envolvidos na questão, e de um bom senso que às vezes é difícil de encontrar. Uma reflexão nota 1.000, que realmente vale a pena ser lida!

“Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.

Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.

O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.

Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço  amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.

Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.

Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.

Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.

Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.

Existem 3 tipos de pessoas:As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)

P.S. Os negritos aos longo do texto foram marcados por mim.

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Vou te dizer, quando um costura com uma mão sempre tem um pangaré para descosturar com a outra! Tenha a santa paciência!!!!

Pois então, recebi um e-mail encaminhado pela Vivi Vieiri falando de uma emenda proposta pelo senador do PTB  gaúcho Sérgio Zambiasi, no projeto de lei  PL 04/5  de autoria do deputado Afonso Camargo do PSDB do paraná, propondo que além da esterilização cirurgia se possa utilizar também o método da esterilização química.

O PL de esterilização PLC 04/05 já foi alterado na comissão de constituição e justiça e agora está na comissão de assuntos econômicos, cujo relator é o senador Tasso Jereissati ( tasso.jereissati@senador.gov.br  - Tel.:(61) 3303-4846 //  Fax: (61) 3303-4590)

Para entender melhor a questão da castração química,  trago um  texto ótimo (que também estava no e-mail) do médico veterinário Wilson Grassi, Diretor da Associação dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo que fala de maneira clara e simples sobre a esterilização química.:

“Esterilização Química - Vamos abrir os olhos!

São duas injeções de gluconato de zinco, de até 2,0 ml, aplicada uma em cada testículo, e talvez uma segunda dose tempos depois.
Não precisa ser veterinário o aplicador. Com o tempo, o produto provoca uma isquemia e o testículo vai se transformando em uma fibrose.
Se a aplicação provoca muita dor, não vou afirmar, mas posso desconfiar.
Se o lento processo de fibrose provoca uma dor constante, ainda não sabemos.
Em quantos animais surgirá uma ulceração e deverão ser posteriormente castrados, ainda não sabemos, mas temos más notícias vindas do co-irmão México.
Se o depósito deste metal causará tumores com o passar dos anos, também ainda não sei, mas tem uma coisa que eu sei: jamais a um produto testado no Brasil em apenas 11 animais poderia ser consentida a venda e distribuição de milhares de doses. O produto foi certificado no Ministério da Agricultura com um trabalho simplista e diminuto, e que só levou em conta se o produto causa esterilidade ou não. Uma afronta ao bom senso!

Em momento algum foi avaliada a questão do bem-estar animal. Nenhum teste, dos vários disponíveis foi realizado neste sentido. Jamais um produto para uso humano seria ou será liberado para uso em larga escala após testar em apenas onze pessoas. Por que para cães poderia?

E muitas outras coisas ainda não entendi: porque um produto não usado nos EUA, nem na Europa, e mal sucedido no México, deve ser introduzido dessa forma no Brasil?

Como empresários da industria farmacêutica, de uma hora para outra ficaram preocupados com o abandono de animais? Por que houve tanta ingenuidade de figuras conceituadas da proteção animal dando apoio a um projeto tão estapafúrdio e precipitado?

Dos vários “pais” da criança, suspeito que nenhum teve a coragem de testar o produto em seus próprios animais, mas agora sugerem que as prefeituras façam de cobaias os já tão sofridos animais de rua ou de comunidades pobres das periferias. Pense na cena, capturar um animal abandonado, segurá-lo com as patas para cima, e no chão, aplicar lentamente duas injeções em seus testículos. Não consigo imaginar o sucesso.

Impraticável sem anestesia, e crueldade se não for acompanhado de um protocolo de analgésicos e anti-inflamatórios. E se optar pela anestesia, acaba a vantagem financeira do negócio. O futuro pode até me convencer que eu esteja errado, mas por hora fico com a impressão que estão nos confundindo com regiões africanas onde se fazem testes que os americanos não aceitam em suas terras.

Fora isso tudo, todos sabem da inutilidade de se esterilizar parcialmente uma população de machos, sendo que apenas um remanescente poderia fecundar diversas fêmeas. Até que várias questões se esclareçam e que trabalhos científicos amplos, que levem em consideração a saúde e o bem-estar dos animais, sejam efetivamente levados a termo, não recomendo este método de controle populacional e conclamo que a sociedade e em especial a Anclivepa-SP, Associação dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo e o CRMV-SP, Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, imediatamente acionem seus departamentos jurídicos para suspender a comercialização e a farta distribuição gratuita que está em curso deste produto.

Aplico na questão do controle reprodutivo, um antigo ditado: Muito faz quem não atrapalha!”

Cá entre nós que quem acaba ganhando nessa história são os laboratórios farmacêuticos, que colocam no mercado um produto pouquíssimo testado, ignorando completamente os efeitos colaterais e o bem estar dos animais.

Eu fico me perguntando qual é a grande dificuldade de seguir o exemplo muito bem sucedido da cidade argentina Almirante Brown?

Pessoal,  vamos solicitar  ao senador Tasso Jereissat, de forma educada e respeitosa, que  emita parecer contrário a EMENDA Nº 2, DE 2010 – PLEN ao PLC nº 4, de 2005  mantendo o texto atual do PLC 04/05   !!!!!

Clique aqui e veja um modelo de mensagem para ser enviada.

tasso.jereissati@senador.gov.br  - Tel.:(61) 3303-4846 //  Fax: (61) 3303-4590

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Eu gosto muito deste projeto do Cão em Quadrinhos, porque apesar de parecer uma coisa óbvia de se fazer, muita gente parece que ainda não desceu das árvores e mantém hábitos de higiene primitivos.

Aqui em Porto Alegre, pelo menos no bairro Higienópolis, parece que grande parte  dos tutores ainda não conhece esse hábito simples de higiene, apesar de serem disponibilizados gratuitamente saquinhos feitos de plástico reciclável próprios para a coleta das fezes dos cães em vários pontos do bairro.

Hoje vi na rua Portugal um rapaz com um pastor de shetland e um poodle, na maior cara de pau, fazer de conta que não viu o seu cão fazer as necessidades no canteiro. Se eu do outro lado da rua vi, é impossível que ele não tenha visto.

Um outro cidadão que caminha com um cocker preto sem guia pelas ruas do bairro é outro que tem essa mesma atitude sem sentido, colaborando para que a sujeira no bairro só cresça.

E por favor, esse povo que vem com o papo de que cocô é adubo, então que recolham as fezes e levem para as plantinhas das suas casas, né?

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fabula

ADOREI essa tirinha que eu encontrei lá no Cachorrando, e o post sobre ela vale a pena ser lido (clique aqui e saiba mais)

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