Saúde

You are currently browsing the archive for the Saúde category.

injecao

Esse post excelente foi escrito pela queridíssima Ana Corina e publicado hoje lá no Mãe de Cachorro. A sua leitura é fundamental para quem está realmente preocupado com a saúde do seu pet. Muitas vezes nós achamos que estamos fazendo a coisa certa, já que todo mundo faz a mesma coisa, ouvi certa vez em uma palestra: “Todo mundo? Eu não sei de todo mundo, só sei de mim!”. A responsabilidade sobre os nossos peludos é nossa, não é de mais ninguém.

“Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações… São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram.

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:

“Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?”

Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:

“Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.”

Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI - a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:

“Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”

Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
“A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
“Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?” Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

“A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:

Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”

O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:

Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”

Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:

“Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.”

O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
“Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.”
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:

“Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”

Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:

“Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”

Nesta mesma edição:

“Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”

Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!

“Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”

A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui.

Tradução: Sylvia Angélico

Leia mais: Mãe de Cachorro Também é Mãe!: Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos. LEITURA OBRIGATÓRIA para quem está realmente preocupado com a saúde de seu peludo, viu? http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/artigo-claro-e-pontual-sobre-os.html#ixzz0vUBx89UB
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

Tags: , , , , ,

No próximo domigo tem mais uma edição do projeto de castração de animais domésticos em Porto Alegre!

Quando: 25 de julho de 2010
Agendamento: (51) 8437-3760 ou pelo e-mail: projetocastracao@yahoo.com.br

O agendamento deve ser feito com antecedência!
Para mais informações acesse o site: http://www.pcad.com.br/

Tags: , , , , ,

Recebi este texto da querida Vivi Vieri que explica de maneira clara o porquê tratar a Leishmaniose. O vídeo acima encontrei no fofíssimo Cachorrando.

POR QUE TRATAR?
André Luis Soares da Fonseca
M.V. Mestre em Imunologia
Professor Adjunto da UFMS

Sinteticamente, as razões que fundamentam o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) são consistentes e de várias ordens, quais sejam:
1. Técnica 2.Ética 3.Jurídica.

Ordem técnica: o tratamento da LVC leva à cura clínica da doença, podendo a sorologia continuar positiva, o que apenas indica um prévio contato com o parasita, como acontece em outras doenças por protozoários, como na toxoplasmose e na doença de Chagas. Há um amplo arsenal de medicamentos que podem ser utilizados e o preço do tratamento, dependendo das drogas, é bem acessível. O receio de resistência medicamentosa é inerente no tratamento de qualquer doença infecciosa e não se justifica. O combate à LVC reside no controle do vetor. Se na dengue o controle do vetor é suficiente, por que para a LVC não é?


Ordem ética:
os animais merecem o respeito e o amor dos seus proprietários, que podem e devem utilizar os medicamentos disponíveis para tratar estes que, muitas vezes, são os únicos companheiros e amigos.


Ordem jurídica: o proprietário tem direito a tratar do seu animal, como tem de defender a sua propriedade (direito constitucional), pois o cão é tido muitas vezes como um membro da família, portanto, um bem jurídico especial.

http://fielamigo.com.br/trata/

Tags: ,

Encontrei esse texto la no Mãe de Cachorro da queridíssima Ana Corina e trago aqui para o blog porque realmente é um dado importante que traz uma das possíveis consequências do uso da alimentação industrializada para cães.

Maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada por ração

Se seu cachorro parece ter dor, tome cuidado: ele poderá estar com pedras nos rins. Portanto, quando notar esse sintoma no animal, procure um veterinário o quanto antes.
O cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente, a urina contém substâncias químicas que inibem a formação destes cristais.
Estudos comprovaram que atualmente a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada pela ração industrializada hipercalórica. Há trinta anos atrás era raríssimo ver um cachorro com este tipo de patologia, mas hoje é cada vez mais comum esse diagnóstico.
A química presente na ração industrializada (flavorizantes, aromatizantes, estabilizantes e outros conservantes), a longo prazo, deteriora a saúde dos caninos. Cachorros que ingerem alimentos sem conservantes apresentam mais saúde e vivem 1/3 a mais do que os alimentados exclusivamente com rações industrializadas.
A dieta com variação do cardápio possibilita ao organismo desintoxicar-se da química existente no alimento industrializado. Por isso, quem utiliza ração para alimentar seus cães deve administrar, a cada quatro dias de ração, um a dois dias de alimentos frescos sem conservantes, ou seja, carnes (branca e vermelha), peixes, vísceras bovinas, legumes, arroz, queijo branco (e/ou iogurte), gemas de ovos e frutas. A levedura de cerveja, em doses diárias, também é altamente recomendável como complemento alimentar.

Fonte: Portal da Cinofilia

Tags: , , , ,

Hoje estava conversando com uma amiga sobre a questão dos colecionadores de animais, e percebi que muitas pessoas não conseguem nem imaginar qual é a realidade dos animais que vivem nessas condições.

Como escrevi em um post anterior sobre essa problemática (clique aqui para ler), é um tema bastante espinhoso porque além de todo o envolvimento cos animais, tem como pano de fundo uma doença mental.

Esse vídeo é sobre o caso da Dona Marina em São Leopoldo. Existe um grupo de protetores  incansável (Amigos dos Peludinhos)  tentando trabalhar com a adoção dos cães, buscando melhores condições de saúde e um tempo atrás já foi realizado um mutirão de castração.

Havia um outro mutirão marcado, mas a Dona Marina proibiu que os cães fossem submetidos ao procedimento de de esterilização. A situação é muito complicada, e é necessário que o poder público assuma a sua responsabilidade, já que, pela lei, o estado é o tutor dos animais.

Tags: , , , , , ,

emergency2_600x399

Ontem lendo o Cachorrando, encontrei um post bem ilustrativo sobre emergências  com cães, no qual a Bianca fala sobre uma noite em que a Mel passou mal (para ler o post  clique aqui).

E uma coisa importante que ela falou, e que  sempre devemos lembrar é: nunca ignore algum comportamento estranho do seu cão (isso não significa que você deva viver em paranóia, inventando problemas que não existem e enlouquecendo o cachorro, o veterinário e os familiares! )

Achei as dicas da Bianca bem sensatas e certamente podem ajudar a identificar e resolver alguma situação inesperada com o seu pet:

1 – Jamais ignore seu cão se ele ficar inquieto,  tipo  não consegue ficar parado, deita e levanta sem parar, fica andando de um lado para o outro… Provavelmente algo está incomodando ele , nunca é frescura ! Observe ! ( eu já tinha visto este mesmo comportamento em uma outra cachorrinha minha , e ela estava com torção gástrica e morreu horas depois ) .

2- Tenha sempre um telefone para emergencia veterinária 24 h à mão. Aqui em Londrina não tem Hospital Veterinário, mas algumas clínicas ou veterinários tem atendimento 24h . Não deixe para procurar um telefone na lista na hora do desespero !

3- Se o seu animal está passando mal , mesmo que em um horário não muito amigo, ligue para um veterinário. Ele vai te dizer se é necessário levar o animal até a clínica, ou se pode ser tratado em casa.  Nada de ” amanhã cedo eu resolvo” , em alguns casos ( como envenenamento/intoxicação) o atendimento rápido pode ser crucial para a recuperação do animal.

4- Você sabe muito bem qual é o comportamento natural de seu cão. Se ele começar a agir de forma diferente , preste atenção nele ! Cães não falam mas enviam sinais sobre como se sentem o tempo todo. Aprenda a entendê-los e  não os ignore jamais !

Tags: , , ,

Pessoas! Quem ainda não castrou os seus pets, agora tem uma boa oportunidade! A esterilização é a única maneira de proteger os animais do abandono, além de previnir diversas doenças.

Quando: 10/07/2010

Contato para agendamento: (51) 8437-3760 ou pelo e-mail: projetocastracao@yahoo.com.br

Site: http://www.pcad.com.br/

Tags: , , , ,

Hoje 02/07/10 a queridíssima Ana Corina do Mãe de Cachorro fez postou um comentário muito interessante sobre esse post, por isso resolvi inserir as reflexões dela ao longo do post:

Quem já não viveu o dilema de onde hospedar o seu pet? Muitas pessoas têm a sorte de poder deixar com parentes, mas certamente essa sorte não bate na porta de todo mundo.
No final de semana passado estava atrás de uma capa de chuva para o Joe, e fui em uma clinica veterinária e Pet Shop aqui em Porto Alegre  em que há tempos eu não entrava, e tive duas desagradáveis surpresas:

  • Começaram a vender filhotes (isso já basta para eu não gastar um centavo nesse lugar)
  • Começaram a oferecer hospedagem, que por si só não é um problema, mas preste atenção em algumas orientações dadas pela Pet:

hospedagem_900x580

clique na imagem para ampliá-la

  • Sobre a vacinação: Que bom que eles exigem a vacina dos hóspedes, mas como é que eles propõem a vacinação no momento da chegada para a hospedagem? Todo mundo sabe que com a mudança de ambiente e o afastamento da família por alguns dias, a imunidade dos animais tende a diminuir. E como vacinar um cachorro nessas condições? Mais adiante eles mesmos dizem que pode haver uma baixa do sistema imunológico e uma série de consequências em função disso!!!!!  caça níquel, sem o menor comprometimento com a saúde dos animais

VACINA EM DIA é vacina aplicada há no mínimo 15 dias. Qualquer pessoa com conhecimentos básicos sobre vacinação sabe que durante este período a imunidade dos animais estará mais por baixo que barriga de cobra e ao ser vacinado no ato da hospedagem ele só terá IMENSAS chances de ficar doente.

OUTRA: animais “imunizados” com vacinas que utilizam vírus vivo PODEM INFECTAR OUTROS!!! Tá bom pra ti? Teu cachorro está lá bonitão e chega um Zé vacinado na porta da hospedagem infectando todo mundo justamente com o vírus da vacina???

  • Sobre o antipulgas: e se eu passei o antipulgas uma semana antes, vou ter que passar novamente? caça níquel, sem o menor comprometimento com a saúde dos animais

Sobre a vacina  para giardíase e gripe canina:  “RECOMENDAMOS vacina para Giárdia e Gripe canina” –> TRADUÇÃO: “Caros CLIENTES INGÊNUOS PRESTES A SER ENGANADOS, DEIXEM SEU DINHEIRO NA NOSSA SACOLINHA, POR FAVOR, porque além dos valores exorbitantes que você pagará nas vacinas NÃO RECOMENDADAS por associações internacionais de medicina veterinária (onde todas universidades decentes se baseiam, por falar nisso!) depois ainda COMEREMOSSEU DINHEIRO com as doenças que seu cão terá JUSTAMENTE porque utilizou estas vacinas, ok?”

    Sobre rouquidão, diarréia  etc…  CARÊNCIA provoca problema de pelo, rouquidão, fezes moles, vômitos?? HAHAHAHA   EXCESSO DE VACINAÇÃO e medicamentos anti-pulgas/carrapatos provocam o quê, CÓCEGAS? Traduzindo novamente: “GASTE SEU DINHEIRO CONOSCO e ganhe um KIT-DOENÇAS! Depois nós lucraremos um pouco mais vendendo os remédios pra você curar seu pobre animal, ok?”

    Por essas e por outras, que é muito importante se informar bem antes de deixar o seu pet em qualquer lugar,mesmo que o lugar pareça legal, seja bem localizado, seja caro etc…  Nada disso não garante que o seu cachorro vá ser bem cuidado.  Busque informações, converse com pessoas que já hospedaram o seu cão no local, e por favor, nunca deixe o bom senso de lado!

    Tags: , , ,

    passado-presente-futuro

    Ano passado postei sobre o documentário Os Segredos do Pedigree (clique aqui para ler), que apesar de um pouco sensacionalista trouxe uma discussão importante sobre os critérios  utilizados para a reprodução de cães de raça.  O privilégio da estética em detrimento da saúde faz com que hoje em dia encontremos cada vez mais cães com problemas de origem genética.

    Eu particularmente encontro no meu cotidiano o exemplo dos Golden Retrievers: Todos os Goldens que conheço ou que tenho notícia, invariavelmente sofrem de displasia coxofemural.

    No twitter do Cachorro Verde, encontrei um link com um texto da Sylvia Angélico (transcrito logo adiante)  sobre a mudança das características das raças ao longo do tempo, e de suas consequências.

    Essas mudanças são produtos das escolhas dos criadores, que decidem quais genes privilegiar e perpetuar nas raças, que muitas vezes não seria a “escolha” da seleção natural, na qual os mais bem adaptados sobrevivem.

    Por fora, bela viola…

    Posted by Sylvia Angélico on May 5th, 2010

    Antes de adquirir a Sarabi, minha primeira Golden Retriever, visitei sites de canis brasileiros, norte-americanos e canadenses. Fiquei surpresa ao aprender que no exterior existem inúmeros tipos de Goldens, dependendo do foco da criação. De cara, pude identificar duas grandes correntes: os irresistíveis Goldens de exposição, de ossos largos, pelagem farta, cabeça quadrada e olhos apertadinhos; e os versáteis Goldens “de trabalho”, bem menos vistosos, mais leves, atléticos e rústicos.

    Aliás, aproveito para desfazer o pré-conceito de que cães de trabalho são fruto de criações descompromissadas. Os canis de Goldens “de trabalho” a que me refiro são criações sérias e respeitadas que seguem o padrão da raça e que registram seus filhotes nos órgãos cinófilos competentes.

    No Brasil, entretanto, encontrei apenas os Goldens criados para exposições. Na época, essa falta de opções não me incomodou muito. Além de Goldens assim serem mais bonitos, nossos criadores se gabavam de fazerem um rigoroso controle de saúde.

    Com o tempo e, principalmente, após a aquisição de nossa segunda Golden, a Corah, percebi a existência de falhas graves no tal “rigoroso controle de saúde” anunciado. Apesar da incidência cada vez maior de Goldens com displasia coxofemoral, caso de minha Corah, há Goldens sendo acasalados antes dos dois anos, idade em que devem ser submetidos à radiografia que verifica a presença da doença.  Igualmente irresponsáveis são os  criadores que simplesmente desconsideram os laudos das radiografias de seus cães displásicos, ou que obtêm um segundo laudo suavizando os resultados do exame.  Finalmente, milhares de reais são gastos com inscrições de exposições, handlers, exercícios e tratamentos para deixar os Goldens mais bonitos e fortes. Mas conta-se nos dedos quantas radiografias de nosso plantel são enviadas a órgãos de respaldo internacional, como a OFFA – mesmo estando as despesas do envio embutidas no valor do exame radiográfico feito por diversos centros diagnósticos brasileiros. Isso sem falar nos campeões de pista submetidos a cirurgias estéticas absolutamente antiéticas.

    Essa escancarada falta de compromisso entre criadores tidos como referências nacionais me fez enxergar a Cinofilia voltada para exposições com outros olhos. Será que os eventos caninos de conformação e beleza se reduziram a um belo e fútil desfile de coleções?

    Ano passado, o documentário britânico Segredos do Pedigree, apesar do dispensável formato sensacionalista, abriu os olhos de cinófilos de todo o mundo para as conseqüências do inbreeding – o polêmico acasalamento consangüíneo que, segundo todos os praticantes, “é seguro desde que feito com critério”. Em tempo, o acasalamento consangüíneo – pai com filha, mãe com filho ou entre irmãos – é uma maneira de fixar rapidamente características físicas desejáveis na prole, como uma ossatura mais pesada ou uma pelagem mais densa. Daí a predileção dos criadores que priorizam a beleza por esse tipo de acasalamento.

    Mas qual seria o preço a pagar por tanta facilidade? Quando não estamos mais falando de raças em formação, quando já temos no mundo uma quantidade suficiente de exemplares de uma raça para diversificar os acasalamentos e ampliar o gene pool, será que o inbreeding continua sendo uma necessidade?

    Pesquisas recentes indicam que a consangüinidade não é o atalho genético inócuo que muitos criadores acreditam ser. Coincidência ou não – pessoalmente, acredito que não – a média de longevidade dos Goldens das linhagens de trabalho, que carregam muito menor taxa de inbreeding, é superior à média de longevidade dos Goldens extremamente consangüíneos criados para exposições de beleza. Enquanto que os cães do primeiro grupo frequentemente atingiram os 12 a 14 anos de idade, os outros dificilmente passaram dos 10 anos, com muitas mortes prematuras aos 6 e 7 anos de idade.

    As recentes discussões sobre o empobrecimento genético e a exacerbação de traços físicos que ameaçam a qualidade de vida dos cães de raça motivaram até mesmo o conservador The Kennel Club, na Inglaterra, a emitir orientações no sentido de desencorajar a preferência de criadores e árbitros de exposições por cães muito exagerados. Resta saber, contudo, se essas diretrizes sequer serão lidas, uma vez que muitos juízes de exposição são também criadores que banalizam os riscos do inbreeding e da criação de cães exagerados.

    Fato é que cada um faz o que considera necessário para ter êxito no seu hobby de escolha. De certa forma isso é válido. Ora, se o objetivo de um criador é vencer competições de beleza, imprimir a sua marca nos cães, desenvolver cães mais exuberantes, fortes, marcantes, peludos; tudo bem. O problema, a meu ver, é a manutenção de um cão que reúne tantos extremismos fora da pista.

    E essa é a grande ironia por trás de toda essa discussão. A finalidade direta ou indireta de qualquer criação comercial é a venda de filhotes para famílias. Aquele cão que brilha nas pistas, mas que não sobrevive sem ar-condicionado, ou que requer escovações diárias para a pelagem não embolar e criar fungos, será o membro da família de alguém.

    Para muitos criadores que priorizam resultados dramáticos em pista, as crescentes limitações de saúde de seus cães são toleráveis. Mas será que para a família que adquire esses cães os fins também justificam os meios?

    Minha consciência em relação aos cães de raça tem se alterado e se expandido muito nos últimos dois anos. Tenho me aberto a novos pontos de vista e abandonado conceitos de “certo e errado” que não parecem afinados à filosofia que venho buscando como dona de cães e como futura médica-veterinária holística.

    No Brasil, até mesmo por falta de opções, tendemos a enxergar a coisa apenas pelo prisma da criação voltada para exposições de beleza. Mas o que não falta na Cinofilia mundial são pontos de vista diferentes, de acordo com o objetivo de cada criação.

    O que me traz ao texto abaixo. A autora, Gayle Watkins é uma criadora norte-americana de Golden Retrievers de trabalho há 29 anos e adepta das dietas naturais para cães. Com a permissão dela, reproduzo um de seus artigos mais refrescantes, traduzido para o português (para ler em português clique aqui e vá até o título Os tempos estão mudando). O original você encontra aqui.



    Tags: , , , , ,

    Enfim chegou inverno. Adoro o frio, principalente os dias secos e gelados como ontem. Por alguns momentos me lembrei o calor caótico do verão passado em veio a lembrança de um passeio que fiz com o Joe. Durante a nossa penosa caminhada em um calor de mais de 35°C (para o xixizinho protocolar, porque mais do que isso era impossível), encontramos um senhor saindo do prédio onde mora com o seu Husky Siberiano.

    Gente, o nome da raça já diz: siberiano. Vem da Sibéria, um dos lugares mais frios do planeta, o que contrasta com Porto Alegre que, no verão passado, foi um dos lugares mais quentes do mundo. Eu fico me perguntando o porquê disso? Porque querer um cachorro que vai sofrer com as condições de vida que podem ser proporcionadas para ele?

    Os huskies são cães de trabalho, cheios de energia, amam o frio.  Apesar de se encontrar pela internet que eles vivem bem no clima tropical,  sejamos honestos, alguém viu algum Husky assim aqui no Brasil?

    Tags: , , , , ,

    « Older entries