O Joe anda agitado, e quando isso acontece  ele apronta as suas. Além dos fogos de artifício que as vitórias do Inter na Libertadores da América trazem a Porto Alegre (para a alegria dos colorados dentre os quais eu me incluo), certamente o meu stress está contaminando o humor do meu Paraguaio amado.

Já comentei há um tempo atrás no post sobre cachorros e mudança de casa, que estava quase me mudando, e na verdade continuo quase me mudando. Obra é um eterno refazer: um faz uma coisa, outro faz outra coisa e estraga o que o um fez, aí tem que chamar o um novamente para consertar o que já havia feito e detona o que um terceiro já tinha feito; sem falar naqueles que estragam o que eles mesmos fizeram… E a impressão que dá é que a mudança está muito mais distante do que eu imaginava que estivesse há um mês atrás. Todo o empenho humanamente possível demostra ser insuficiente para acabar com a ladainha (sem falar que em obra nenhum dinheiro é suficiente para dar conta do que precisa ser feito, sem falar no que vai pelo ralo com os eternos consertos de coisas novas e no aluguel que continua correndo…).

Estou falando sobre isso, porque isso é um retrato do que acontece em muitas outras situações na vida, e na relação das pessoas com os animais não é diferente.  As pessoas trabalham, muitas vezes bem intencionadas, mas esquecem que elas são um texto em um contexto, trabalharem em prol do que elas acham que os pets precisam e não do que eles realmente necessitam.  Outras fazem de conta que trabalham e querem receber o reconhecimento por aquilo que elas dizem que fazem, não por aquilo que elas realmente fazem. Muitas vezes o ego fala mais alto do que a verdadeira proteção animal.

Sinceramente, isso é uma questão de educação: pessoas educadas fazem as coisas da maneira que devem ser feitas, considerando os textos nos contextos, agregando força para que o melhor possa acontecer. Isso não quer dizer que as pessoas não errem, mas certamente elas aprendem com os seus erros e não insistem numa alternativa falida para resolver uma situação. Sem isso, nunca haverá toalhas suficientes para secar o gelo que insistirá em derreter.

A educação não é o mais caro de se fazer, entretanto certamente é o mais difícil. Sempre recebo e-mails pedindo ajuda financeira, mas essa ajuda nunca é para ações educativas. Com isso eu não nego a necessidade que os animais passam nem o direito deles de serem atendidos, mas a questão é simples: a necessidade e o sofrimento deles NUNCA,  JAMAIS, EM TEMPO ALGUM irá acabar enquanto as pessoas não forem educadas, assim como uma obra sempre será um pesadelo se as pessoas não se empenharem em fazer bem o seu trabalho…

Tem coisas que são óbvias,  nesses casos a supresa me surpreende.

A matéria que segue é da Revista Época.

gina

Gina, uma pastora-alemã, tinha dois anos de idade quando foi para o Iraque como uma das melhores cadelas farejadoras de bomba do exército americano. No ano passado, ela voltou para casa, no Estado do Colorado, triste e com medo (Por que será?). Gina se escondia debaixo dos móveis e evitava o contato social. Um veterinário do exército diagnosticou então que Gina estava com estresse pós-traumático, um problema que pode atingir tanto humanos quanto cães. (diagnóstico óbvio) “Ela tinha pavor de todos” (Por que será?), disse Eric Haynes, do canil de uma base da Força Aérea americana onde Gina morava (que maravilha deve ser morar ali, hein?). Um ano depois, ela está se recuperando. Caminhadas frequentes entre amigos (OK) e uma reintrodução gradual no universo militar (guerra universo militar DE NOVO? Mas não esse “universo”  guerra que a fez adoecer?) fez com que Gina superasse seus medos, segundo Haynes (depois de 25 litros da mais pura cachaça). Ele descreve o progresso da cadelinha como extraordinário. Os veterinários esperam que ela esteja totalmente recuperada em breve (Para farejar bombas na próxima encrenca que os Estados Unidos arrumar?).

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injecao

Esse post excelente foi escrito pela queridíssima Ana Corina e publicado hoje lá no Mãe de Cachorro. A sua leitura é fundamental para quem está realmente preocupado com a saúde do seu pet. Muitas vezes nós achamos que estamos fazendo a coisa certa, já que todo mundo faz a mesma coisa, ouvi certa vez em uma palestra: “Todo mundo? Eu não sei de todo mundo, só sei de mim!”. A responsabilidade sobre os nossos peludos é nossa, não é de mais ninguém.

“Mais uma vez trago a vocês material não só confiável e com referências, mas de extrema importância para quem está realmente preocupado com a saúde de seus cães e gatos. Literalmente não ganho nenhum tipo de compensação financeira para tanto, sendo minha recompensa única o bem-estar dos peludos, caso as pessoas passem a considerar e estudar os assuntos abordados. Aproveitem, é de coração, com muito carinho e demanda toda atenção do mundo da parte de vocês, ok? Boa leitura e bom estudo!

Vacinações… São necessárias ou não?
Há apenas alguns anos as pessoas eram obrigadas a trazer seus cães para uma visita anual ao veterinário a fim de que fossem vacinados. Os tempos mudaram.

Leia o que a médica-veterinária Christina Chambreau tem a dizer sobre reforços vacinais anuais:

“Como você reagiria se seu médico te dissesse para tomar vacina contra sarampo, caxumba, rubéola, difteria, coqueluxe, tétano e hepatite todos os anos de sua vida, até a sua morte, em vez de apenas algumas doses na infância?”

Mesmo entrando em contato com centenas de pessoas no dia-a-dia as pessoas não precisam de re-vacinações anuais. E veterinários pesquisadores imunologistas agora nos dizem: cães e gatos também não precisam!
Uma das maiores “bíblias” veterinárias, diz:

“Uma prática que teve início há muitos anos e que é destituída de validade ou verificação científica são os reforços vacinais anuais. Com raras exceções, não há necessidade imunológica para a revacinação anual. Imunidade contra vírus persiste por anos ou por toda a vida do animal.
Apenas a resposta imunológica a TOXINAS requer reforços (exemplo: o reforço contra a toxina tetânica que, para humanos, é recomendado uma vez a cada 7-10 anos). Para cães e gatos atualmente NENHUMA vacina contra toxina é utilizada.”

Por favor releia essa parte. Porque é importante.
Isso é o que informa o Kirk’s Current Veterinary Therapy XI - a “bíblia” de muitos veterinários. Esse capítulo foi escrito pelo Dr. Ronald Schultz, Ph.D (Imunologista e Presidente do Departamento de Ciências Patobiológicas da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin), junto com o Dr. Tom Phillips, médico-veterinário Ph.D.
Em português claro, significa que o sistema imunológico tem uma “memória”. De fato, o sistema imune contém células de memória. Uma vez que foi demonstrado a essas células de memória o que fazer no caso de uma determinada doença (o que é obtido com uma vacinação bem-sucedida entre 12 e 16 semanas de idade), essas células de memória produzirão anticorpos contra aquela doença toda vez que a encontrarem - por anos e anos e, provavelmente, para toda a vida.
Lembretes anuais não são necessários. Na verdade, lembretes anuais são inúteis na maioria das vezes, porque, de acordo com o mesmo artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI:

“Além disso, os reforços vacinais anuais não estimulam uma resposta secundária devido à presença de anticorpos existentes.”

Mais uma vez, em português claro, isso quer dizer que revacinações não funcionam quando o organismo de seu pet JÁ tem anticorpos das vacinações anteriores. Esses anticorpos existentes neutralizam o reforço vacinal. Portanto, repetir as vacinas não reforça a imunidade de seu pet. Na verdade, re-vacinar um animal que já é imune oferece virtualmente nenhum benefício uma vez que a imunidade criada anteriormente inativa a vacina.
Então, por que os veterinários vacinam os pacientes todos os anos?
O Dr. Phillips e o Dr. Schultz terminam seu artigo no livro Kirk’s Current Veterinary Therapy XI com essa revelação - o verdadeiro motivo por que tantos veterinários continuam a insistir que os pets sejam vacinados anualmente:
“A prática de vacinar anualmente, em nossa opinião, deve ser considerada de eficácia questionável, a não ser que seja empregada como forma de fornecer um exame físico anual.”
Em outras palavras, seu veterinário atrai clientes com a declaração de que seus animais precisam ser vacinados anualmente. Vacinações correspodem a uma boa parte da renda de um veterinário. Veterinários (nos Estados Unidos) cobram 15 a 50 dólares por vacinas que custam a eles menos de dois dólares cada. E (nos Estados Unidos) você ainda paga 25 a 35 dólares pela consulta. É do interesse financeiro do seu veterinário que você volte com seu cão ou gato anualmente.
Não me entenda mal - check-ups físicos regulares podem ser bons, especialmente para pets mais velhos. Mas veterinários éticos precisam parar de usar o falso pretexto de que “reforços anuais são necessários” como forma de atrair clientes para seus consultórios.
Na verdade, reforços vacinais são prejudiciais.
“Mas, mesmo que os reforços vacinais anuais não sejam necessários, mal eles não fazem, certo?” Infelizmente, isso não é verdade. Leia o que o Dr. Charles Loops, médico veterinário, tem a dizer sobre o poder das vacinas:

“A primeira coisa que precisa mudar é a crença de que as vacinas são inofensivas. Veterinários e proprietários precisam perceber que eles não estão protegendo os animais de doenças com vacinações anuais, e sim, destruindo a saúde e o sistema imunológico dos animais que amam e cuidam.”

A médica-veterinária Dra. Christina Chambreau concorda:

Vacinações de rotina são provavelmente a pior coisa que fazemos com nossos animais. Elas causam todo tipo de enfermidades. Repetir anualmente as vacinas é uma afronta ao equilíbrio energético dos nossos animais. Veterinários imunologistas nos dizem que vacinas precisam ser aplicadas apenas uma ou duas vezes no decorrer da vida do animal.  Em primeiro lugar, não há necessidade para vacinações anuais e, em segundo lugar, elas definitivamente causam doenças crônicas.”

O médico-veterinário Dr. Roger DeHann diz o seguinte:

Estamos destruindo o sistema imune. Ao longo dos anos tem ficado cada vez mais claro que algumas vacinas são ineficazes ou desnecessárias, e que algumas vacinas são perigosas, capazes até mesmo de causar sintomas da doença que elas deveriam evitar.”

Você pode suspirar aliviado ao pensar que seu pet escapou de reações imediatas com as vacinações recebidas até hoje. Mas, na realidade, você não tem ideia do que está se passando dentro dele. Os verdadeiros problemas podem aparecer no mês seguinte ou no ano seguinte. Leia o que o médico-veterinário, Dr. Pedro Rivera tem a dizer sobre a relação entre vacinas e doenças crônicas:

“Vacinose é a reação que decorre de inoculações comuns. Reações podem levar meses a anos para aparecerem. Em nossa clínica, vimos hipotireoidismo, otites, doenças imunológicas, afecções articulares e distúrbios comportamentais como reações da vacinação excessiva.”

O médico-veterinário Dr. Charles Loops, diz:
“Vacinações representam um grande ataque ao sistema imune, (o que) causa irregularidades e anormalidades na imunidade, o que então se manifesta na forma de doenças crônicas que variam de condições potencialmente fatais a crises auto-imunes que acabam com a qualidade de vida do animal, como é o caso das alergias de pele crônicas.  O que vemos hoje são gerações de animais vacinados em excesso.”
A médica-veterinária Dra. Pat Bradley, observa:

“Os problemas mais comuns que atendo e que estão diretamente relacionados às vacinas no dia-a-dia são otites e doenças de pele, como eliminação de secreções e coceira crônicas. Também vejo problemas comportamentais, como medo e agressividade. Muitas vezes, os proprietários relatam que esses problemas ocorrem logo após a vacinação, e que são exacerbados com cada inoculação. Em um contexto mais generalista e assustador, vejo a saúde geral e a longevidade dos animais deteriorando.”

Deixe o Jornal da American Veterinary Medical Association (AVMA) de 1996 resumir tudo para você:

“Não existem dados científicos para apoiar a atual recomendação para a administração anual de vacinas. Além disso, a repetida administração de vacinas pode estar associada com um risco maior de anafilaxia e doenças anto-imunes.”

Nesta mesma edição:

“Existe pouca documentação científica para apoiar as recomendações das bulas para administrar a maioria das vacinas anualmente. No passado, acreditava-se que a vacinação anual não faria mal e provavelmente ajudaria muitos animais. Contudo, preocupações sobre efeitos colaterais têm começado a mudar essa atitude. O cliente está pagando por algo que não tem efeito ou que tem o potencial de provocar uma reação adversa.”

Protocolos de vacinação anual sempre se basearam - preste atenção - nas sugestões dos fabricantes das vacinas - e não nos resultados de pesquisas independentes. Será que é de surpreender que eles recomendam reforços anuais? Não se deixe intimidar por seu veterinário!
Don Hamilton, médico-veterinário, alerta: NÃO deixe seu veterinário fazer você sentir culpa!

“Outra tendência observada nos últimos anos é a coerção de proprietários para procedimentos como vacinações. A coerção pode ser forte, como a recusa em fornecer serviços, até mesmo tratamento emergencial, a menos que as vacinas do animal estejam ‘em dia’.  (Nos Estados Unidos) às vezes até mesmo cães e gatos em estado crítico são vacinados a fim de serem admitidos para tratamento.
Outros meios mais sutis incluem a indução do medo e/ou da culpa por meio de afirmações (como uma figura autoritária) de que animais de companhia correm risco caso não sejam vacinados anualmente, e que deixar de obedecer a essa recomendação é sinal de negligência.
Táticas como essas podem gerar sentimentos de culpa no dono, o que leva a uma decisão de vacinar um animal que não corre risco movida por medo. Isso é anti-ético, senão evidência de incompetência, e a recusa do dono deve ser uma resposta aceitável.”

A conclusão é clara: VOCÊ deve tomar o controle do protocolo de vacinação de seu animal.
Artigo: “Puppy Shots and Dog Vaccinations”, escrito por Michele Welton e publicado aqui.

Tradução: Sylvia Angélico

Leia mais: Mãe de Cachorro Também é Mãe!: Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães e gatos. LEITURA OBRIGATÓRIA para quem está realmente preocupado com a saúde de seu peludo, viu? http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/artigo-claro-e-pontual-sobre-os.html#ixzz0vUBx89UB
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

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A Maria Lúcia querida enviou a divulgação deste evento MUITO legal! Quem estive em POA não pode perder!

O quê? FESTA DO MONDO com show, djs, leilãozinho de obras, entrega de uma tela sorteada na ação entre amigos
e mostra de filmes de vários países sobre a causa animal.

Quando? Domingo, 1º de Agosto de 2010

Que horas? a partir das 17 horas

Onde? Casa de Teatro de Porto Alegre, Rua Garibaldi, 853

Quanto? Só 3 reais, toda a renda pro projeto MondoCane.brasil. Nenhum artista receberá cachê.

Quem? Alan Langdon + Renascentes - acústico + biAh weRTHer + Eleusa de Moraes + Dj Marcelo Zanotto + Dj Guilherme Gasparotto + Esteban Tolj + Fabriano Rocha + Francisco Weyl + Gaby Benedyct + Giane Portal + Lu Gonçalves +
Maya Pinsy + Jones Peroni + Wainer Tristão + Yannet Briggiler + Carlos Ferreira + Drégus

Porquê? Manter animais resgatados, pagar vacinas, mensalidades, castrações. Ajudar mais animais. Chamar mais voluntários. Conscientizar.
Mobilizar para o projeto de documentário.

PROGRAMA

17 h - Abertura do evento com sonzinho de domingo da Elisa Vogel.

18 h - Entrega da obra de Eleuza de Moraes, doada para Ação entre Amigos.

18 h -
Leilão de obras doadas pra causa

18: 30 -
MÚSICAS SELECIONADAS PELO DRÉGUS

19:30 h -
Show Renascentes versão Acústica

20:15 h -
DJs Gui Gasparotto e Marcelo Zanotto

20:15 h - Na sala de vídeo. Programação de curtas sobre o tema animal, apoio do Cineclube Ieda Beck de Florianópolis. Cineastas do Brasil, Argentina, Portugal e Estados Unidos

Toda a renda será revertida para o projeto MoncoCane.brasil - www.mondocanebrasil.blogspot.com
Nenhum artista está cobrando cachê.

APOIO: Cineclube Ieda Beck de Florianópolis, TV Azul http://www.tvazul.com.br/site/, coletivo ..Cinema8ito e Casa de Teatro de Porto Alegre www.casadeteatropoa.com.br

Agradecimentos: Alex Ferla, Carol Brandt, Audrey Stefani

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No próximo domigo tem mais uma edição do projeto de castração de animais domésticos em Porto Alegre!

Quando: 25 de julho de 2010
Agendamento: (51) 8437-3760 ou pelo e-mail: projetocastracao@yahoo.com.br

O agendamento deve ser feito com antecedência!
Para mais informações acesse o site: http://www.pcad.com.br/

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Recebi este texto da querida Vivi Vieri que explica de maneira clara o porquê tratar a Leishmaniose. O vídeo acima encontrei no fofíssimo Cachorrando.

POR QUE TRATAR?
André Luis Soares da Fonseca
M.V. Mestre em Imunologia
Professor Adjunto da UFMS

Sinteticamente, as razões que fundamentam o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) são consistentes e de várias ordens, quais sejam:
1. Técnica 2.Ética 3.Jurídica.

Ordem técnica: o tratamento da LVC leva à cura clínica da doença, podendo a sorologia continuar positiva, o que apenas indica um prévio contato com o parasita, como acontece em outras doenças por protozoários, como na toxoplasmose e na doença de Chagas. Há um amplo arsenal de medicamentos que podem ser utilizados e o preço do tratamento, dependendo das drogas, é bem acessível. O receio de resistência medicamentosa é inerente no tratamento de qualquer doença infecciosa e não se justifica. O combate à LVC reside no controle do vetor. Se na dengue o controle do vetor é suficiente, por que para a LVC não é?


Ordem ética:
os animais merecem o respeito e o amor dos seus proprietários, que podem e devem utilizar os medicamentos disponíveis para tratar estes que, muitas vezes, são os únicos companheiros e amigos.


Ordem jurídica: o proprietário tem direito a tratar do seu animal, como tem de defender a sua propriedade (direito constitucional), pois o cão é tido muitas vezes como um membro da família, portanto, um bem jurídico especial.

http://fielamigo.com.br/trata/

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Recebi essas fotos da Pri Coelho, e não pude deixar de lembrar da minha Dóris amada, que ADORAVA mexer no lixo fazer fuzarca com o papel higiênico :) (clique na imagem para ampliá-la)


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Eu li e reli algumas vezes essa matéria do G1, mas não tenho certeza se entendi direito :

Adolescente morre atacado por dois cães da raça pit bull no interior de SP
Ataque ocorreu em uma chácara neste domingo (18) em Ribeirão Preto.
Policiais que atenderam ocorrência mataram animal que os ameaçou.

Do G1 SP, com informações da EPTV

Um adolescente de 17 anos foi morto por dois cachorros da raça pit bull, na tarde deste domingo (18), depois de pular o muro de uma chácara no bairro Santo Antonio, em Jaboticabal (certamente ele deve ter sido um primor de educação com os cães, oferecendo petiscos e dando carinho, perguntando gentilmente pelos donos da casa. No fundo no fundo ele queria que fosse um assalto civilizado, mas os donos da casa não colaboraram). O adolescente chegou a ser socorrido, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu cerca de uma hora depois de chegar ao hospital.

Policiais que atenderam a ocorrência mataram com tiros um dos animais que também teria atacado um policial Escolha uma das alternativas:
A) O policiais devem ter pulado o muro para atender a ocorrência porque pelo portão eles não conseguiram entrar,  então o cachorro atacou o pobre policial.
B) Não foi bem assim… Na verdade a polícia estava passando por acaso, e pensou que um cachorro estava assaltando a propriedade, fez um disparo para cima e o cachorro foi atingido por acidente.
C) Por que os cães não estavam com focinheira? Afinal não estavam dentro de casa e sim soltos no sítio!!!!!!

A polícia investiga as circunstâncias da morte do adolescente. A suspeita é que o menor tenha entrado na chácara para assaltar a residência. A casa já havia sido furtada na semana passada, quando foram levados vários aparelhos eletrônicos e roupas. (culpa do dono da casa! Ninguém mandou ter eletrônicos na propriedade ainda mais se tem cachorros no local!)


A mãe do adolescente disse que ele roubava para comprar drogas e quase não aparecia em casa, e passava a maior parte do tempo na rua. Os donos dos cães estavam em Ribeirão Preto no momento do ataque
(PORQUE não estavam esperando o assaltante na casa? Pelo menos poderiam acalmar os animais com a presença do estranho, e quem sabe embalar os pertences para viagem, facilitando assim a vida do meliante), mas, segundo a Polícia Civil, foi registrado um boletim de ocorrência por homicídio culposo (Aí ficou a minha dúvida: vão indiciar o outro cachorro por homicídio? Ou o dono da casa que não estava na hora do assalto e deixou o pobre ladrão a mercê dos cachorros? Ou o policial por ter matado um dos cães… acho que não né, coitado do policial… foi em legítima defesa…).

Depois tem gente que se ofende quando dizem por aí que o Brasil não é um país sério. POR ACASO É?

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A APRAP de Santa Catarina criou uma petição online em prol da criação  da Promotoria de Defesa dos Animais em Santa Catarina (clique aqui para acessar a petição).

É uma iniciativa importante que busca criar cada vez mais recursos efetivos para a proteção dos animais, e punição dos criminosos que atentam contra eles.  Segue o texto da petição:

Para: Procurador Geral de Justiça de Santa Catarina

Tendo em vista os altos índices de crueldade e danos em detrimento dos animais, a frequente impunidade dos infratores, o desinteresse das autoridades encarregadas da apuração desses crimes, o conflito de atribuições normalmente surgido entre as corporações policiais quando se trata de atender casos de animais domésticos vítimas de maus-tratos, bem como a descrença nas decisões judiciais em razão das penas irrisórias e os reiterados atos de abuso noticiados pela mídia televisiva e eletrônica, apesar da evolução do pensamento jurídico e acadêmico que atualmente já reconhece os animais como sujeitos de direito, conforme proposto na tese institucional Promotoria de Defesa Animal, aprovada em outubro de 2007, no X Congresso das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de São Paulo, nós, abaixo-assinados, SOLICITAMOS à Vossa Excelência, em caráter prioritário, o encaminhamento à Assembléia Legislativa de projeto de lei visando a criação, na Capital do Estado de Santa Catarina, de uma pioneira PROMOTORIA DE DEFESA ANIMAL, especializada na tutela dos animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, considerados em seu valor inerente, a fim de efetivamente cumprir o mandamento constitucional preconizado no artigo 225 par. 1º, inciso VII, da Constituição Federal e o dispositivo do artigo 32 da Lei 9.605/98, de forma a melhor atender às demandas decorrentes da atribuição que é conferida ao Ministério Público pelo Decreto nº 24.645, de 10 de julho de 1934 em seu par. 3º, artigo 2.

Para assinar, clique aqui. A minha assinatura já está lá!

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Encontrei esse texto la no Mãe de Cachorro da queridíssima Ana Corina e trago aqui para o blog porque realmente é um dado importante que traz uma das possíveis consequências do uso da alimentação industrializada para cães.

Maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada por ração

Se seu cachorro parece ter dor, tome cuidado: ele poderá estar com pedras nos rins. Portanto, quando notar esse sintoma no animal, procure um veterinário o quanto antes.
O cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente, a urina contém substâncias químicas que inibem a formação destes cristais.
Estudos comprovaram que atualmente a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada pela ração industrializada hipercalórica. Há trinta anos atrás era raríssimo ver um cachorro com este tipo de patologia, mas hoje é cada vez mais comum esse diagnóstico.
A química presente na ração industrializada (flavorizantes, aromatizantes, estabilizantes e outros conservantes), a longo prazo, deteriora a saúde dos caninos. Cachorros que ingerem alimentos sem conservantes apresentam mais saúde e vivem 1/3 a mais do que os alimentados exclusivamente com rações industrializadas.
A dieta com variação do cardápio possibilita ao organismo desintoxicar-se da química existente no alimento industrializado. Por isso, quem utiliza ração para alimentar seus cães deve administrar, a cada quatro dias de ração, um a dois dias de alimentos frescos sem conservantes, ou seja, carnes (branca e vermelha), peixes, vísceras bovinas, legumes, arroz, queijo branco (e/ou iogurte), gemas de ovos e frutas. A levedura de cerveja, em doses diárias, também é altamente recomendável como complemento alimentar.

Fonte: Portal da Cinofilia

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